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  • Emergência climática encerra ciclo de formação continuada com educadores de Registro

    Emergência climática encerra ciclo de formação continuada com educadores de Registro

    A última aula do projeto abordou mudanças climáticas, recursos hídricos e resiliência dos territórios, com atividades relacionadas à realidade do Vale do Ribeira e experiência imersiva com o Kit Água.

    A PreserValle concluiu o Projeto de Capacitação em Educação Ambiental, Climática e Territorial em Registro/SP com a realização da terceira e última aula da formação continuada destinada aos educadores da Rede Municipal de Ensino. O encontro aconteceu no SENAI, em Registro, e teve como tema a Emergência Climática, relacionando as mudanças no clima aos recursos hídricos e às características do território.

    Emergência climática e a realidade do Vale do Ribeira

    A aula foi conduzida pelo professor João Vicente, da UNESP – Campus de Registro, que retomou assuntos trabalhados nos encontros anteriores e estabeleceu relações entre território, bacia hidrográfica, saneamento, resíduos sólidos, conservação ambiental e mudanças climáticas.

    A programação abordou alterações no regime de chuvas, períodos de estiagem, enchentes, eventos climáticos extremos e seus efeitos sobre a disponibilidade de água, a biodiversidade e as populações.

    O El Niño também fez parte da aula, auxiliando na compreensão dos fenômenos que interferem no clima e podem intensificar determinados eventos extremos. A discussão trouxe esses processos para a realidade de Registro e do Vale do Ribeira, permitindo aos professores relacionar conceitos climáticos com situações observadas no próprio território.

    Educação Ambiental, Climática e Territorial

    A formação adotou a metodologia de Educação Ambiental, Climática e Territorial, trabalhando o território como referência para a construção dos conteúdos e das atividades pedagógicas.

    Na última aula, as discussões relacionaram clima, água, biodiversidade, ocupação territorial e qualidade de vida. A proposta foi fornecer referências para que os educadores possam trabalhar a emergência climática nas escolas a partir de exemplos próximos dos estudantes e das características ambientais e sociais do município.

    A abordagem ganha relevância no Vale do Ribeira pela presença de uma extensa rede hidrográfica, remanescentes de Mata Atlântica, áreas rurais e comunidades tradicionais. As mudanças no clima interferem diretamente nessa dinâmica e exigem conhecimento sobre prevenção, adaptação e resiliência dos territórios.

    Experiência com o Kit Água

    A programação contou com uma atividade utilizando o Kit Água, ferramenta educativa que utiliza recursos de realidade virtual para trabalhar temas relacionados às bacias hidrográficas e à gestão dos recursos hídricos.

    Os professores utilizaram os óculos de realidade virtual em uma experiência imersiva que apresentou novas possibilidades para o trabalho com conteúdos ambientais. A atividade complementou os assuntos discutidos durante a formação e permitiu observar, por meio da tecnologia, aspectos relacionados à água, às microbacias hidrográficas e ao território do Vale do Ribeira.

    A utilização do Kit Água também apresentou aos educadores uma ferramenta que pode contribuir para atividades pedagógicas voltadas à Educação Ambiental e à compreensão da dinâmica das bacias hidrográficas.

    Reflexões e possibilidades de aplicação nas escolas

    Ao final do encontro, os professores responderam a um formulário elaborado para registrar suas reflexões, percepções e possíveis aplicações dos conteúdos trabalhados durante a formação.

    A atividade permitiu reunir as avaliações dos participantes sobre o percurso realizado e identificar possibilidades de utilização dos conhecimentos nas escolas. As respostas também servirão para o acompanhamento das ações e para a construção de estratégias pedagógicas relacionadas à realidade de Registro e do Vale do Ribeira.

    O formulário encerrou a etapa formativa dando espaço para que os próprios educadores registrassem como os conteúdos sobre território, recursos hídricos, saneamento e emergência climática podem chegar às atividades desenvolvidas com os estudantes.

    Encerramento da formação

    A terceira aula concluiu um ciclo dedicado à formação dos educadores da Rede Municipal de Ensino de Registro. Durante os encontros, foram trabalhados temas relacionados ao território, à bacia hidrográfica, à gestão dos recursos hídricos, ao saneamento, aos resíduos sólidos e à emergência climática.

    O encerramento reuniu os conhecimentos desenvolvidos durante o projeto e abriu possibilidades para sua aplicação no cotidiano escolar. A formação deixa materiais, referências e experiências que poderão ser utilizados pelos professores na abordagem de questões ambientais ligadas ao município, ao Vale do Ribeira e à Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul.

  • Juquiá conclui ciclo de formação em Educação Ambiental, Climática e Territorial com aula sobre emergência climática

    Juquiá conclui ciclo de formação em Educação Ambiental, Climática e Territorial com aula sobre emergência climática

    A terceira e última etapa da formação reuniu 88 professores da Rede Municipal de Ensino para discutir mudanças climáticas, eventos extremos, recursos hídricos, resiliência dos territórios e o papel da educação diante dos novos desafios ambientais.

    A PreserValle concluiu a terceira e última aula do Projeto de Capacitação sobre Educação Ambiental, Climática e Territorial em Juquiá/SP, desenvolvido com professores da Rede Municipal de Ensino. O encerramento do ciclo teve como tema “Emergência Climática e Resiliência dos Territórios” e ampliou uma discussão iniciada nas etapas anteriores: conhecer o lugar onde vivemos também é fundamental para compreender suas vulnerabilidades e prepará-lo para as transformações que já estão em curso.

    A formação foi realizada na EMEF Professora Maria do Carmo Monteiro de Mello, em dois períodos, com a participação de 35 professores pela manhã e 53 no período da tarde, totalizando 88 educadores.

    A aula foi ministrada pelo professor João Vicente, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), que conduziu uma ampla abordagem sobre o cenário climático atual, combinando conhecimento científico, acontecimentos recentes, mapas, gráficos, imagens, notícias e estudos de caso.

    Ao longo da atividade, os temas globais foram aproximados da realidade brasileira e, principalmente, das características do território de Juquiá e do Vale do Ribeira.

    Das mudanças climáticas aos impactos no território

    O ponto de partida da aula foi a compreensão da emergência climática e das evidências que demonstram as alterações no clima do planeta. A partir desse contexto, os professores discutiram a intensificação de eventos extremos e os efeitos que essas mudanças podem produzir sobre as cidades, os ecossistemas, os recursos hídricos e a vida das pessoas.

    Ondas de calor, recordes de temperatura, ondas de frio, estiagens, incêndios florestais, chuvas intensas, enchentes e deslizamentos estiveram entre os exemplos apresentados.

    Além de tratar esses acontecimentos de maneira isolada, a aula procurou demonstrar como clima, ocupação do território, disponibilidade de água, conservação ambiental e planejamento estão diretamente relacionados.

    Essa discussão ganha importância especial em um território como o Vale do Ribeira, onde a presença de rios, áreas de Mata Atlântica, serras, encostas e comunidades distribuídas entre áreas urbanas e rurais exige atenção permanente ao planejamento e à prevenção de riscos.

    El Niño e os novos extremos climáticos

    Um dos assuntos de destaque foi o fenômeno El Niño e sua influência sobre o clima mundial. Os participantes conheceram seu processo de formação no Oceano Pacífico e discutiram como alterações na temperatura das águas e na circulação atmosférica podem repercutir no regime de chuvas e temperaturas em diferentes partes do planeta.

    “A formação também abordou as projeções relacionadas ao El Niño 2026/2027, discutindo seus possíveis reflexos sobre o Brasil e a necessidade de acompanhar os cenários climáticos com atenção.”

    A discussão permitiu estabelecer uma relação direta com a gestão dos recursos hídricos. Alterações no volume e na distribuição das chuvas interferem na disponibilidade de água, na ocorrência de cheias e estiagens, na agricultura, nos ecossistemas e na própria organização das cidades.

    Nesse contexto, compreender os fenômenos climáticos passa a fazer parte também da preparação dos territórios para lidar com períodos de maior instabilidade.

    Imagem: Fapesp

    Professores avaliaram a formação e o material sobre Juquiá

    Como parte das atividades de encerramento, os participantes responderam a um formulário eletrônico elaborado para registrar suas percepções sobre o processo formativo.

    As perguntas abordaram os conteúdos da última etapa da capacitação. Os educadores registraram suas compreensões sobre mudanças climáticas e emergência climática, avaliaram o papel da escola na preparação das novas gerações e apresentaram suas perspectivas sobre como crianças e adolescentes vêm recebendo temas relacionados à educação ambiental, à segurança hídrica e ao clima.

    Além de avaliar as atividades já realizadas, as respostas ajudam a compreender como os conteúdos trabalhados durante o projeto podem chegar às salas de aula e orientar futuras ações de formação continuada.


    Uma viagem virtual pelas águas do território

    O encerramento contou ainda com uma atividade que despertou grande interesse dos participantes: a experiência de realidade virtual do Kit Água.

    “Utilizando óculos de realidade virtual e imagens em 360°, os professores puderam realizar uma imersão por ambientes do território e observar de outra perspectiva as paisagens, os cursos d’água, os ecossistemas e as relações entre natureza e ocupação humana.”

    A proposta do Kit Água é utilizar a tecnologia como ferramenta de educação ambiental, aproximando o público de locais, paisagens e recursos hídricos que muitas vezes fazem parte de seu próprio território, mas nem sempre são conhecidos em profundidade.

    A experiência também mostrou aos professores novas possibilidades de utilização de recursos tecnológicos nas práticas pedagógicas, especialmente para conteúdos ligados à água, às bacias hidrográficas, à conservação ambiental e ao reconhecimento do território.

    Um ciclo que começou pela água e chegou ao clima

    A terceira aula encerrou um percurso formativo construído para que os diferentes temas ambientais não fossem tratados separadamente.

    Ao longo do projeto, os professores passaram por discussões sobre gestão dos recursos hídricos, pertencimento territorial, patrimônio natural, histórico e cultural, educação ambiental e emergência climática. O município de Juquiá esteve no centro desse processo, servindo como referência para aproximar os conceitos da realidade encontrada pelos próprios educadores e estudantes.

    “A proposta parte do entendimento de que é mais fácil cuidar daquilo que se conhece. Conhecer os rios, as paisagens, a história e as características ambientais de Juquiá ajuda a compreender também os desafios que o município poderá enfrentar diante das mudanças do clima.

    Com a conclusão das três etapas, encerra-se o ciclo presencial de capacitação, deixando materiais, conteúdos e ferramentas que poderão continuar sendo utilizados pelos professores no cotidiano escolar.

  • Início da produção da série documental “Ribeira: Uma Bacia de Muitas Águas” marca a força das microbacias do Rio Ribeira

    Início da produção da série documental “Ribeira: Uma Bacia de Muitas Águas” marca a força das microbacias do Rio Ribeira

    Com as primeiras expedições de campo já realizadas, a PreserValle dá início à produção da série documental “Ribeira: Uma Bacia de Muitas Águas”, iniciativa desenvolvida para o Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB), no âmbito do Programa de Comunicação Social e Educação Ambiental.

    A série parte de um princípio fundamental da gestão de recursos hídricos: compreender um território por sua dimensão hídrica. Antes de ser um rio, o Ribeira de Iguape é uma rede complexa de nascentes, córregos, afluentes e microbacias que estruturam a paisagem, regulam processos ecológicos, abastecem cidades, sustentam atividades produtivas e mantêm alguns dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica do planeta.

    Ao direcionar o olhar para essas unidades hidrográficas, a produção convida o público a interpretar o Vale do Ribeira sob uma perspectiva que raramente ocupa o centro das narrativas audiovisuais. A água deixa de ser apenas um elemento da paisagem para assumir seu papel como eixo de organização ambiental, social, econômica e cultural do território.

    A série está estruturada em quatro episódios, cada um dedicado a uma microbacia cuja contribuição é indispensável para a dinâmica da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape.

    A microbacia do Rio Juquiá evidencia uma das regiões de maior relevância para a produção e disponibilidade hídrica do Ribeira. O episódio percorre rios, áreas de preservação, estruturas de transposição de vazão e empreendimentos hidrelétricos para compreender como diferentes usos da água coexistem em um mesmo território e quais são seus reflexos para a gestão integrada dos recursos hídricos.

    Na microbacia do Rio Betari, a narrativa acompanha um dos sistemas naturais mais singulares do país. A interação entre cavernas, rios subterrâneos, aquíferos, florestas e relevo cárstico demonstra como os processos geológicos influenciam diretamente a formação, a qualidade e a permanência das águas superficiais.

    A microbacia do Rio Jacupiranga revela a estreita relação entre conservação e segurança hídrica. Inserida em um mosaico de unidades de conservação, a região representa um dos principais territórios de produção de água do Vale do Ribeira, onde a integridade da cobertura florestal garante a manutenção dos processos ecológicos responsáveis pela alimentação dos cursos d’água.

    O percurso se encerra no Lagamar, um dos maiores complexos estuarino-lagunares da costa brasileira. Nesse ambiente, as águas continentais encontram o oceano, formando um sistema que sustenta manguezais, comunidades caiçaras, a pesca artesanal e uma expressiva diversidade biológica. A qualidade desse ambiente costeiro está diretamente associada às condições ambientais das microbacias situadas a centenas de quilômetros de distância, reforçando o caráter integrado da bacia hidrográfica.

    As gravações reúnem pesquisadores, gestores públicos, agricultores, pescadores artesanais, lideranças comunitárias, povos tradicionais e profissionais que atuam diariamente na conservação dos recursos hídricos. Cada depoimento amplia a compreensão sobre a relação entre sociedade e natureza, reunindo conhecimento científico, experiência prática e memória coletiva em uma narrativa construída a partir do próprio território.

    A produção também representa mais um capítulo da trajetória da PreserValle no desenvolvimento de estratégias de comunicação voltadas à educação ambiental, climática e territorial. Ao longo dos últimos anos, a instituição consolidou uma metodologia própria baseada na valorização do pertencimento territorial como instrumento de fortalecimento da gestão de recursos hídricos. Livros, documentários, séries audiovisuais, formações continuadas, campanhas institucionais e projetos editoriais passaram a integrar um conjunto de ações que aproximam a sociedade da realidade das bacias hidrográficas, traduzindo conteúdos técnicos em experiências acessíveis e conectadas ao cotidiano das pessoas.

    Essa experiência acumulada permitiu à PreserValle desenvolver uma abordagem que integra planejamento técnico, pesquisa, produção audiovisual e comunicação pública, sempre orientada pelos princípios da Política Nacional de Recursos Hídricos e pelas diretrizes dos Programas de Comunicação Social e Educação Ambiental aplicados aos Comitês de Bacias Hidrográficas.

    Outro diferencial desta produção é a parceria estabelecida com a Ribeira Plus, que passa a integrar o projeto somando competências técnicas e criativas às atividades de campo e produção audiovisual. A colaboração amplia a capacidade operacional da série e fortalece uma proposta construída sobre a complementaridade de experiências, reunindo profissionais que compartilham o mesmo compromisso com a valorização do Vale do Ribeira e com a comunicação qualificada sobre os recursos hídricos.

    As expedições seguirão pelos próximos meses, atravessando rios, unidades de conservação, comunidades tradicionais e diferentes paisagens que compõem a bacia hidrográfica. O resultado será um registro audiovisual dedicado a revelar como cada microbacia participa da construção do Rio Ribeira de Iguape e como a conservação dessas águas depende, essencialmente, das pessoas que vivem, pesquisam, manejam e protegem esse território.

    Afinal, a dimensão de uma bacia hidrográfica não se mede apenas pela extensão de seu rio principal. Ela se revela na soma de suas microbacias, na diversidade de seus ambientes e na capacidade de sua população reconhecer a água como elemento estruturador do território e patrimônio comum de toda a sociedade.

    Acompanhe as redes sociais da Preservalle e do CBH-RB para saber mais @cbhrb @preservalle

  • Documentário “Itaóca, um Território Vivo do Ribeira” reúne comunidade e fortalece a valorização do patrimônio natural e cultural do município

    Documentário “Itaóca, um Território Vivo do Ribeira” reúne comunidade e fortalece a valorização do patrimônio natural e cultural do município

    O município de Itaóca viveu uma noite marcada pelo encontro entre memória, cultura e pertencimento com o lançamento oficial do documentário “Itaóca, um Território Vivo do Ribeira”. Realizado no Centro de Eventos Municipal, o evento reuniu expressiva participação da população, autoridades, lideranças comunitárias, professores, estudantes e representantes de instituições parceiras, consolidando-se como um importante momento de valorização da identidade territorial do município.

    Produzido pela PreserValle em parceria com a Prefeitura Municipal de Itaóca, o documentário integra as ações do projeto de Educação Ambiental, Climática e Territorial desenvolvido no município, iniciativa financiada pelo FEHIDRO e vinculada ao Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB). Mais do que uma produção audiovisual, a obra representa um instrumento permanente de educação, registro histórico e fortalecimento do sentimento de pertencimento da população ao seu território.

    A programação contou ainda com a exibição do documentário “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz”, ampliando o diálogo sobre a importância da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e reforçando o papel estratégico da gestão integrada dos recursos hídricos para o desenvolvimento regional.

    O evento foi realizado em parceria com a Fábrica de Cultura de Iguape, por meio do projeto Cine Sustentável, que levou estrutura de cinema para proporcionar ao público uma experiência de exibição compatível com a qualidade da produção audiovisual. A iniciativa aproximou ainda mais a comunidade da obra, transformando a sessão em um momento coletivo de reconhecimento da história, da paisagem e das pessoas que constroem diariamente a identidade de Itaóca.

    Entre os presentes esteve o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB), Ricardo Cordeiro, cuja participação reforçou o protagonismo do Comitê no incentivo a projetos que aproximam a gestão dos recursos hídricos da população por meio da comunicação social e da educação ambiental.

    Um retrato do território

    Ao longo do documentário, Itaóca é apresentada sob diferentes perspectivas, revelando um território onde natureza, história e cultura permanecem profundamente conectadas.

    As imagens percorrem paisagens formadas pelo Rio Ribeira de Iguape, cachoeiras, áreas de Mata Atlântica, comunidades rurais, o Quilombo do Cangume, manifestações culturais, a tradição das oleiras, a agricultura familiar, a atividade mineradora, além do cotidiano da população que mantém viva a identidade do município.

    A narrativa demonstra que compreender um território vai muito além de conhecer seus limites geográficos. Significa reconhecer a relação construída entre as pessoas, a água, a floresta, o patrimônio histórico, as formas de produção, os saberes tradicionais e a memória coletiva que atravessa gerações.

    Conduzido por uma poesia autoral de Rafael Guimarães, o documentário busca despertar um novo olhar sobre Itaóca, valorizando elementos muitas vezes presentes na rotina da população, mas que carregam enorme relevância ambiental, histórica e cultural.

    Educação Ambiental, Climática e Territorial

    A produção audiovisual faz parte da metodologia de Educação Ambiental, Climática e Territorial desenvolvida pela PreserValle, que vem sendo aplicada em diversos municípios do Vale do Ribeira.

    Essa metodologia parte do princípio de que o cuidado com a água, a biodiversidade e os recursos naturais começa pelo reconhecimento do território onde as pessoas vivem. Ao fortalecer o pertencimento, amplia-se também a participação social, a valorização da memória local e a compreensão dos desafios relacionados às mudanças climáticas, à conservação da Mata Atlântica e à gestão dos recursos hídricos.

    Em Itaóca, o documentário integra um conjunto mais amplo de ações educativas que contempla também a produção de materiais didáticos específicos para toda a rede municipal de ensino, estabelecendo um processo contínuo de formação voltado às novas gerações.

    Um legado para as futuras gerações

    Mais do que registrar belas paisagens, “Itaóca, um Território Vivo do Ribeira” constitui um importante acervo histórico do município.

    Os depoimentos, imagens e registros produzidos preservam aspectos da memória local, valorizam comunidades tradicionais, evidenciam a riqueza ambiental do território e contribuem para que futuras gerações possam conhecer, compreender e reconhecer a importância de Itaóca dentro do Vale do Ribeira.

    A expressiva presença da população durante o lançamento demonstrou o interesse da comunidade em conhecer e preservar sua própria história, confirmando a relevância de iniciativas que utilizam a comunicação como ferramenta de educação e fortalecimento da identidade territorial.

    Assista ao documentário

    Após o lançamento oficial, “Itaóca, um Território Vivo do Ribeira” passou a estar disponível gratuitamente no canal da PreserValle no YouTube, permitindo que moradores, pesquisadores, estudantes e todos aqueles que desejam conhecer melhor o município tenham acesso à produção.

    O documentário convida o público a percorrer um território onde natureza, cultura e memória caminham juntas, revelando que proteger as águas, conservar a Mata Atlântica e valorizar as pessoas são partes inseparáveis de uma mesma história.

    Venha conhecer Itaóca. Um território vivo do Ribeira.

  • Lançamento do livro “Juquiá – Belezas Naturais e Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental”.

    Lançamento do livro “Juquiá – Belezas Naturais e Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental”.

    Juquiá viveu nesta semana um momento importante para sua educação e para a valorização de sua própria história. Durante a Formação Continuada dos professores da rede municipal de ensino, realizada na Escola Maria do Carmo Monteiro de Mello, foi lançado oficialmente o livro “Juquiá – Belezas Naturais e Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental”.

    Escrito por Rafael Guimarães, com ilustrações de Gustavo Pupo e participação artística e poética do professor Júlio C. Costa, o livro é resultado de um processo cuidadoso de pesquisa, escuta e construção coletiva. A proposta partiu da necessidade de reunir, em uma única obra, elementos que ajudam a compreender Juquiá a partir de sua própria realidade: seu patrimônio natural, sua trajetória histórica, sua cultura e sua relação profunda com as águas.

    A construção da obra exigiu um mergulho sensível no território. Foram meses de levantamento de documentos, organização de arquivos históricos, visitas de campo, produção fotográfica, pesquisa ambiental e conversas com pessoas que carregam parte importante da memória local. Cada página foi pensada para traduzir esse conjunto de informações de forma acessível, respeitando a identidade do município e sua complexidade.

    O livro apresenta uma composição rica de conteúdos, imagens e registros. Fotografias atuais revelam paisagens, espécies da fauna e da flora e pontos marcantes de Juquiá. Arquivos históricos ajudam a reconstruir a formação do município, suas transformações e os caminhos percorridos por gerações. O conteúdo também aprofunda a importância do Rio Juquiá dentro da dinâmica da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape, reforçando o papel da água na construção da vida, da economia e da cultura local.

    A publicação chama atenção também pela qualidade gráfica. Produzido em capa dura, com impressão em papel couché e offset, o livro foi concebido para ter durabilidade, acabamento refinado e boa experiência de leitura. O cuidado editorial acompanha o peso do conteúdo. A obra possui ISBN, garantindo seu registro bibliográfico oficial, e selo FSC, certificando a origem responsável do papel utilizado em sua impressão.

    Durante o lançamento, a recepção dos professores foi um dos pontos que mais marcaram o encontro. A aceitação foi ampla e imediata. Educadores destacaram a importância de ter em mãos um material que fala diretamente do município, de sua paisagem e de temas que fazem parte da vida dos alunos. A identificação com a obra foi evidente.

    Esse era um dos objetivos centrais da publicação: oferecer uma ferramenta concreta para os processos de Educação Ambiental, Climática e Territorial. O livro foi pensado para apoiar o trabalho pedagógico nas escolas, fortalecendo o vínculo entre ensino e território. Ao trabalhar temas locais, a aprendizagem ganha contexto, proximidade e sentido.

    A iniciativa reforça um caminho importante: formar estudantes a partir daquilo que está ao redor deles. Entender o rio, a floresta, o clima, a ocupação do solo, a biodiversidade e a própria história da cidade é parte fundamental da construção de consciência crítica e responsabilidade coletiva.

    A realização da obra contou com a parceria da Prefeitura Municipal de Juquiá, por meio da Secretaria Municipal de Educação. Fica o agradecimento ao prefeito Cícero Cirilo dos Santos e a toda equipe da Secretaria pelo apoio, pela confiança e pelo compromisso com uma educação conectada à realidade local.

    Também fica registrado o reconhecimento a todos que contribuíram para a construção do livro com informações, memórias, apoio técnico, incentivo e colaboração direta: Vice-Prefeita Ana Emília Messias Hojeije, Janete Florindo, Ruth Filó, Sidnei Mariano, Christian Correa, Roberto Fortes, Selma Florindo, Ana Sofia Viana Alves, Toninho Cabral, Cristiane Muniz, CBH-RB, UNESP, Bruno Rocha, Projeto Jibóia do Ribeira, Dani Gennari, Júlio C. Costa, Raphael Ruck Fortino, Rancho Sertanejo, Hamilton Luís dos Santos, Aguinaldo Cabral de Lima e Aline Juvêncio.

    Com este lançamento, Juquiá registra parte de sua memória em papel e entrega às escolas um instrumento de trabalho construído a partir de seu próprio chão, de suas águas e de sua gente.

  • “O Vale Encantado do Ribeira” leva crianças de Juquiá a uma viagem pelo território das águas

    “O Vale Encantado do Ribeira” leva crianças de Juquiá a uma viagem pelo território das águas

    A PreserValle realizou, na Escola Municipal Escola Municipal Lydia Cortez, em Juquiá, a palestra “O Vale Encantado do Ribeira”, reunindo cerca de 200 alunos do ensino infantil em uma experiência educativa que conectou imaginação, pertencimento territorial e consciência ambiental.

    A atividade apresenta uma adaptação pedagógica e lúdica do documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz, traduzindo sua narrativa para o universo infantil. De forma sensível e encantadora, as crianças embarcaram em uma verdadeira viagem pelas águas do Vale do Ribeira — desde as nascentes nos Campos Gerais do Paraná até a foz em Iguape — conhecendo rios, florestas, animais, povos tradicionais e as histórias que fazem da bacia hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape um dos territórios mais ricos e vivos do Brasil.

    Mais do que uma palestra, a ação reforça um princípio essencial defendido pela PreserValle: a constância das ações socioambientais. A transformação de realidades não acontece por iniciativas isoladas, mas pela continuidade de processos educativos capazes de fortalecer vínculos entre crianças, território e natureza. É essa permanência que constrói pertencimento, amplia a consciência coletiva e fortalece as bases para um desenvolvimento verdadeiramente sustentável.

    Quando a educação ambiental entra na escola de forma contínua, contextualizada e territorializada, seus impactos ultrapassam o campo ambiental. Ela melhora a qualidade do ensino público ao tornar o aprendizado mais significativo, aproximando o conteúdo da realidade dos alunos, estimulando o pensamento crítico, a curiosidade e o protagonismo desde a infância.

    A metodologia da PreserValle, baseada na integração entre Educação Ambiental, Climática e Territorial, reafirma que compreender o lugar onde se vive é um passo decisivo para formar cidadãos mais conscientes, preparados e comprometidos com o futuro.

    A PreserValle agradece à Prefeitura Municipal de Juquiá, à Secretaria Municipal de Educação de Juquiá, à Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Juquiá, bem como à direção, coordenação e professores da Escola Municipal Lydia Cortez, pela parceria e confiança em uma proposta que acredita no poder da educação como ferramenta de transformação.

    Porque cuidar das águas também é cuidar das futuras gerações. E essa jornada começa na infância.

    Ao longo de sua trajetória, a PreserValle vem consolidando seu protagonismo no desenvolvimento de soluções ambientais inteligentes, construindo metodologias próprias que unem educação, comunicação, territorialidade e inovação para enfrentar desafios ambientais complexos de forma acessível, estratégica e profundamente conectada com a realidade das comunidades.

    A PreserValle atua na construção de processos permanentes de transformação, compreendendo que sustentabilidade não se faz apenas com técnica, mas com pessoas conscientes, informadas e envolvidas com seu território. Essa visão tem permitido à instituição desenvolver ações que integram gestão de recursos hídricos, saneamento, mudanças climáticas, biodiversidade e valorização cultural em uma linguagem capaz de dialogar com diferentes públicos — das crianças aos gestores públicos.

    Nesse contexto, a educação ocupa papel central. É por meio dela que se formam novas consciências, se fortalecem vínculos de pertencimento e se criam condições reais para mudanças estruturais na sociedade. Quando a educação se conecta com o território, com a vida cotidiana e com os desafios ambientais locais, ela deixa de ser apenas conteúdo e passa a ser ferramenta concreta de transformação social.

    A PreserValle acredita que ensinar sobre água, floresta, clima, saneamento e cultura é também ensinar sobre cidadania, justiça ambiental e futuro. Por isso, investe na criação de materiais didáticos, documentários, experiências imersivas, formações continuadas e metodologias inovadoras que ampliam horizontes e despertam protagonismo coletivo.

    Transformar territórios exige continuidade, inteligência e sensibilidade. E é nesse caminho que a PreserValle segue atuando: conectando conhecimento, natureza e pessoas para construir um futuro mais equilibrado, justo e sustentável.

  • Educação, Saneamento e Qualidade do Ensino: professores de Registro avançam em formação sobre Educação Ambiental, Territorial e Climática

    Educação, Saneamento e Qualidade do Ensino: professores de Registro avançam em formação sobre Educação Ambiental, Territorial e Climática

    Os professores da Rede Municipal de Ensino de Registro participaram do segundo encontro da Formação Continuada em Educação Ambiental, Climática e Territorial, iniciativa desenvolvida pela Prefeitura Municipal de Registro, por meio da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a PreserValle.

    Com o tema “Saneamento Básico e a Qualidade do Ensino”, a atividade promoveu reflexões sobre a relação entre os serviços de saneamento e os indicadores de saúde, bem-estar, desenvolvimento humano e aprendizagem. Ao longo do encontro, os educadores discutiram como o acesso à água potável, a coleta e o tratamento de esgoto, a gestão adequada dos resíduos sólidos e a drenagem urbana influenciam diretamente a qualidade de vida da população e o desempenho dos estudantes.

    A proposta da formação vai além da compreensão técnica do saneamento. O objetivo é fortalecer a capacidade dos professores de relacionar os conteúdos trabalhados em sala de aula com a realidade vivida pelos alunos, estimulando a construção de conhecimentos contextualizados e conectados aos desafios do território.

    Durante a aula, foram debatidos temas como saúde pública, prevenção de doenças, cidadania, consumo consciente, preservação dos recursos hídricos e responsabilidade compartilhada na construção de cidades mais sustentáveis. A abordagem adotada buscou evidenciar que o saneamento básico não é apenas uma questão de infraestrutura, mas também um importante fator para a promoção da equidade social e da qualidade da educação.

    A formação também reforçou o papel estratégico da escola como espaço de conscientização e mobilização. Ao compreenderem os impactos do saneamento no cotidiano das comunidades, os educadores ampliam suas possibilidades de atuação pedagógica, contribuindo para a formação de estudantes mais críticos, participativos e comprometidos com a transformação da realidade em que vivem.

    O ciclo formativo terá continuidade com um terceiro e último encontro, dedicado ao tema Emergência Climática, assunto cada vez mais presente no cotidiano das cidades e das escolas. A atividade encerrará a etapa de formação dos docentes da Secretaria Municipal de Educação, consolidando os conhecimentos construídos ao longo dos encontros e ampliando o debate sobre os desafios ambientais contemporâneos e o papel da educação na construção de um futuro mais resiliente e sustentável.

    Ao investir na formação continuada dos educadores, Registro fortalece sua rede de ensino e reafirma o compromisso com uma educação conectada ao território, às pessoas e aos desafios do século XXI.

  • Semana da Água 2026 – Realidade Virtual Aproxima Público das Águas do Ribeira durante a 1ª Expo Pé no Vale, em Cananéia/SP

    Semana da Água 2026 – Realidade Virtual Aproxima Público das Águas do Ribeira durante a 1ª Expo Pé no Vale, em Cananéia/SP

    A tecnologia tem se mostrado uma importante aliada da educação ambiental, especialmente quando utilizada para aproximar as pessoas dos territórios e dos recursos naturais que fazem parte do seu cotidiano. Foi com esse propósito que a PreserValle, em parceria com o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB), participou da 1ª Expo Pé no Vale, realizada em Cananéia, levando ao público uma experiência imersiva através do Projeto Kit Água II.

    Ao longo do evento, cerca de 800 visitantes tiveram a oportunidade de conhecer o vídeo em realidade virtual dedicado ao Lagamar, uma das regiões mais importantes da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape. Utilizando óculos de realidade virtual, crianças, jovens e adultos puderam realizar uma verdadeira viagem pelos manguezais, canais estuarinos e paisagens que tornam o Complexo Estuarino-Lagunar de Iguape, Cananéia e Ilha Comprida um dos ecossistemas mais relevantes do planeta.

    “Desenvolvido pela PreserValle no âmbito do Projeto Kit Água II, o conteúdo integra uma série de experiências imersivas voltadas à valorização das microbacias hidrográficas do Ribeira. A iniciativa busca utilizar recursos tecnológicos para ampliar o acesso ao conhecimento, permitindo que estudantes e a população em geral possam conhecer ambientes naturais muitas vezes distantes de sua realidade, fortalecendo o sentimento de pertencimento territorial e a compreensão sobre a importância da conservação dos recursos hídricos.”

    Durante a experiência, os visitantes tiveram contato com informações sobre a formação do Lagamar, seus extensos manguezais, a riqueza da biodiversidade local, a importância da pesca artesanal e o papel estratégico desse território para a manutenção dos ciclos ecológicos e da qualidade das águas. O conteúdo também apresenta conceitos relacionados à educação ambiental e à gestão participativa dos recursos hídricos, destacando a atuação dos Comitês de Bacia Hidrográfica como espaços fundamentais para o planejamento e a governança das águas.

    O evento realizado pela Prefeitura de Cananéia e o Instituto Pé no Vale também representou uma importante oportunidade de diálogo com a população. O evento reuniu diversas instituições, projetos, pesquisadores, organizações da sociedade civil, unidades de conservação e órgãos públicos que atuam na valorização do patrimônio natural e cultural do Vale do Ribeira, consolidando-se como um espaço de troca de experiências e fortalecimento das iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável.

    Para a PreserValle, ações como essa demonstram que a educação ambiental pode ir além das metodologias tradicionais, incorporando novas linguagens e ferramentas capazes de despertar a curiosidade, ampliar o alcance das informações e criar conexões mais profundas entre as pessoas e os territórios onde vivem.

    O Projeto Kit Água II segue percorrendo a Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul, levando conhecimento, tecnologia e experiências imersivas para escolas, eventos e espaços de formação. Mais do que apresentar paisagens, a iniciativa busca revelar a importância das águas que sustentam a vida, a economia, a biodiversidade e a identidade cultural de uma das regiões mais ricas do Brasil.

    Ao permitir que centenas de pessoas conheçam de forma inovadora os cenários e as histórias que compõem o território do Ribeira, o projeto reafirma um princípio essencial da educação ambiental: proteger aquilo que se conhece, valoriza e reconhece como parte da própria história.

  • Formação continuada em Juquiá fortalece educação ambiental territorializada e marca nova etapa na produção de materiais didáticos exclusivos para a rede municipal

    Formação continuada em Juquiá fortalece educação ambiental territorializada e marca nova etapa na produção de materiais didáticos exclusivos para a rede municipal

    A Escola Municipal Prof.ª Maria do Carmo recebeu a Aula 1 da Formação Continuada em Educação Ambiental, Climática e Territorial, iniciativa que vem mobilizando professores da rede municipal de Juquiá em torno de um debate cada vez mais necessário: a construção de uma educação conectada ao território, às águas, à paisagem e à realidade socioambiental do Vale do Ribeira.

    Com o tema “Gestão de Recursos Hídricos & Pertencimento Territorial”, o encontro reuniu educadores nos períodos da manhã e da tarde, promovendo reflexões sobre a importância da bacia hidrográfica como eixo estruturante dos processos de ensino e aprendizagem. Mais do que uma formação técnica, a atividade propôs uma imersão no território, valorizando a leitura da paisagem, os saberes locais, a memória coletiva e as relações históricas da população com os recursos naturais.

    “A metodologia desenvolvida pela PreserValle vem se consolidando como uma abordagem pioneira ao integrar educação ambiental, climática e territorial dentro de um mesmo processo formativo. A proposta rompe com modelos genéricos de educação ambiental e parte da realidade concreta dos municípios, utilizando o próprio território como ferramenta pedagógica permanente.”

    No caso de Juquiá, a formação dialoga diretamente com elementos que fazem parte do cotidiano local: os rios, as microbacias, a Mata Atlântica, os bairros rurais, as transformações da paisagem, os modos de vida tradicionais e os desafios ambientais contemporâneos.

    A Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape deixa de ser apenas um conteúdo curricular e passa a ocupar o lugar de laboratório vivo para construção do conhecimento.

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    A metodologia da PreserValle também prioriza o fortalecimento do pertencimento territorial como estratégia de valorização da identidade local e melhoria da qualidade do ensino. A proposta compreende que estudantes e professores aprendem de forma mais significativa quando reconhecem no conteúdo escolar elementos presentes em sua própria realidade, criando conexões entre ciência, cultura, memória e território.

    Outro destaque do projeto é o desenvolvimento de materiais didáticos exclusivos e personalizados para a rede municipal de ensino, produzidos pelo núcleo editorial da PreserValle. Reconhecida pela criação de conteúdos territorializados voltados à educação ambiental e gestão de recursos hídricos, a PreserValle vem se destacando pela produção de livros, apostilas, cartilhas, materiais gráficos e conteúdos pedagógicos construídos a partir das características específicas de cada município e de cada território atendido.

    As próximas etapas do projeto contemplam justamente a produção e entrega desses materiais para professores e alunos da rede municipal de Juquiá. Entre os conteúdos previstos está o lançamento do livro “Juquiá, Belezas Naturais e Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental”, publicação inédita voltada à valorização do patrimônio natural, histórico e identitário do município, além da criação de um livreto educativo de apoio pedagógico para uso contínuo nas escolas.

    Todos os materiais seguem critérios técnicos e editoriais alinhados à BNCC e ao Currículo Paulista, além de possuírem certificações e registros internacionais, como ISBN, garantindo autenticidade bibliográfica e reconhecimento editorial das obras produzidas. As publicações também contam com preocupação ambiental em sua cadeia de produção, incluindo diretrizes ligadas à rastreabilidade e sustentabilidade do papel utilizado através da certificação FSC.

    A formação seguirá com outros dois encontros voltados às temáticas de gestão de resíduos sólidos, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável, fortalecendo o processo contínuo de alfabetização ambiental e territorial no município.

    A iniciativa é realizada através da parceria entre CBH-RB, Prefeitura Municipal de Juquiá, ABAM e PreserValle, reforçando o compromisso coletivo com a educação pública, a valorização do Vale do Ribeira e a construção de uma cultura de cuidado com as águas e com o território.

  • PreserValle realiza produção do vídeo institucional do CBH-RB lançado no 3º Fórum Brasil das Águas em São Luís do Maranhão

    PreserValle realiza produção do vídeo institucional do CBH-RB lançado no 3º Fórum Brasil das Águas em São Luís do Maranhão

    A PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes realizou a produção do vídeo institucional “A Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul | CBH-RB 30 anos”, lançado oficialmente durante o 3º Fórum Brasil das Águas, realizado em São Luís/MA, no dia 05 de maio de 2026.

    Desenvolvido para o CBH-RB, o material audiovisual foi concebido como uma ferramenta estratégica de comunicação social, educação ambiental, climática e territorial, reunindo linguagem cinematográfica, identidade regional e informações técnicas sobre uma das bacias hidrográficas mais importantes do Brasil.

    A produção percorre o Rio Ribeira de Iguape desde suas nascentes nos Campos Gerais do Paraná até sua foz no Oceano Atlântico, em Iguape/SP, revelando a diversidade de paisagens, culturas, povos e ecossistemas presentes ao longo de aproximadamente 500 quilômetros de extensão.

    Além de apresentar características geográficas e ambientais, o vídeo propõe uma leitura integrada do território, evidenciando a relação entre água, biodiversidade, pertencimento territorial e modos de vida tradicionais. A narrativa destaca a importância das microbacias, da agricultura familiar, das comunidades indígenas, quilombolas, caiçaras e ribeirinhas, além da conservação do maior contínuo de Mata Atlântica preservada do Brasil.

    A obra também reforça uma das principais singularidades do território: o Ribeira de Iguape permanece como o último grande rio do estado de São Paulo sem barramentos em seu curso principal, condição fundamental para a manutenção da dinâmica ecológica, da biodiversidade e da segurança hídrica regional.

    Toda a produção foi executada pela equipe da PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes, desde a construção conceitual, desenvolvimento narrativo e roteirização até as gravações em campo, direção, captação cinematográfica, sonorização e finalização audiovisual.

    “O trabalho mobilizou diferentes frentes de produção em diversos municípios da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul em São Paulo e no Paraná, incluindo registros aéreos, imagens em rios, áreas de Mata Atlântica, comunidades tradicionais, paisagens costeiras do Lagamar e muito mais.”

    O vídeo foi produzido em 4K e segue a metodologia da PreserValle voltada à valorização territorial e à comunicação pública sobre os recursos hídricos, aproximando ciência, educação, cultura e linguagem audiovisual contemporânea. Assista clicando abaixo:

    O lançamento no Fórum Brasil das Águas marcou não apenas a estreia oficial da produção, mas também o reconhecimento nacional das estratégias de comunicação social desenvolvidas no Vale do Ribeira, consolidando o audiovisual como ferramenta permanente de sensibilização, mobilização e fortalecimento da gestão participativa das águas.

    A produção contou com direção geral de Rafael Guimarães, direção de fotografia de Vinicius de Oliveira e direção de som de Rodrigo Aquino.

    Quer produzir conteúdo audiovisual com qualidade, procure a PRESERVALLE!!!!