Autor: Rafael Guimarães

  • Cinema ao ar livre leva o documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz à Praça da Matriz em Sete Barras

    Cinema ao ar livre leva o documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz à Praça da Matriz em Sete Barras

    A Praça da Matriz, no centro de Sete Barras, transformou-se em uma grande sala de cinema ao ar livre para a exibição do documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz. A atividade levou para o espaço público a experiência do cinema na rua, aproximando a população de uma produção audiovisual dedicada à valorização das águas, da cultura e da paisagem do Vale do Ribeira.

    Ao ocupar a praça central da cidade, a iniciativa reafirmou o conceito de democratização do acesso à cultura, permitindo que moradores, famílias e jovens pudessem vivenciar gratuitamente uma sessão de cinema em um ambiente aberto, coletivo e acessível.

    Mais do que uma exibição cinematográfica, o momento representou um encontro entre arte, território e educação ambiental, fortalecendo o vínculo da comunidade com a história e a importância do Rio Ribeira de Iguape.

    Parcerias que fortalecem o território

    A realização da atividade foi possível graças a um arranjo institucional construído entre diferentes organizações comprometidas com o desenvolvimento cultural e socioambiental da região.

    A ação contou com a parceria entre a PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB) e a Fábrica de Cultura de Iguape, que apoiou a iniciativa por meio do fornecimento de equipe técnica e de toda a estrutura do Projeto Cine Sustentável, iniciativa vinculada à Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

    Esse modelo de cooperação demonstra como a união entre instituições públicas, culturais e organizações da sociedade civil pode ampliar o alcance de ações voltadas à educação, à cultura e à valorização do território.

    O papel da Fábrica de Cultura de Iguape

    A Fábrica de Cultura de Iguape tem desempenhado um papel fundamental no fortalecimento das políticas culturais no Vale do Ribeira. O equipamento cultural integra uma rede estadual voltada à formação artística, ao acesso à cultura e à promoção de atividades educativas e criativas para crianças, jovens e comunidades.

    Ao apoiar iniciativas como o Cine Sustentável, a Fábrica de Cultura contribui para levar experiências culturais para além dos espaços tradicionais, promovendo ações itinerantes que aproximam diferentes públicos da produção artística e audiovisual.

    Essa atuação é especialmente importante em uma região com grande diversidade cultural como o Vale do Ribeira, onde a cultura se manifesta por meio de tradições, saberes e expressões que conectam comunidades e territórios.

    O Rio Ribeira como protagonista

    Durante a sessão, o público pôde acompanhar o documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz, uma produção audiovisual que percorre a bacia hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape, revelando paisagens, histórias e modos de vida conectados às águas.

    O filme apresenta a diversidade ambiental e cultural da região, mostrando como o rio atravessa montanhas, florestas e comunidades tradicionais, compondo um território de grande relevância ecológica e social.

    Ao trazer essas narrativas para a tela em um espaço público como a Praça da Matriz, a exibição reforçou a importância de valorizar e compreender o território em que vivemos, ampliando a percepção coletiva sobre a relevância das águas e dos ecossistemas que sustentam a vida no Vale do Ribeira.

    Cultura, educação e pertencimento

    A experiência vivida em Sete Barras demonstrou como o cinema pode se tornar uma poderosa ferramenta de educação ambiental, comunicação social e fortalecimento do pertencimento territorial.

    Ao unir cultura, conhecimento e participação comunitária, a iniciativa reafirma que o Vale do Ribeira é um território onde natureza, cultura e educação caminham juntas, e onde parcerias institucionais continuam sendo fundamentais para ampliar o alcance de ações que valorizam a identidade e a riqueza da região.

  • Documentário “Águas do Ribeira” é exibido no Museu de Zoologia da USP

    Documentário “Águas do Ribeira” é exibido no Museu de Zoologia da USP

    No dia 21 de fevereiro de 2026, o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZUSP) realizou a exibição especial do documentário Águas do Ribeira: Da Nascente à Foz, no seu auditório em São Paulo — uma iniciativa que integrou a programação do Darwin Day Brasil, evento voltado à divulgação científica e à celebração do pensamento darwinista em diversas instituições do país.

    O documentário, que percorre os quase 500 km da bacia hidrográfica do rio Ribeira de Iguape, é uma obra audiovisual que alia natureza, cultura e ciência. Por meio de imagens e depoimentos, a produção destaca a grandeza deste importante rio do sudeste brasileiro, sua biodiversidade, as comunidades tradicionais (como povos caiçaras, quilombolas e indígenas) e desafios socioambientais enfrentados ao longo de seu percurso.

    Um espaço de ciência, cultura e educação

    O Museu de Zoologia da USP, reconhecido nacionalmente por sua relevância científica e educativa, abriu suas portas para receber não apenas a exibição audiovisual, mas também sensibilizar o público sobre a importância da água, dos ecossistemas aquáticos e da preservação ambiental — temas centrais no documentário.

    “A exibição fez parte de uma programação especial do Darwin Day Brasil 2026, que se estendeu por diversas atividades ao longo do mês de fevereiro no museu. A escolha do documentário reforça a ligação entre a pesquisa científica, o reconhecimento da biodiversidade brasileira e a comunicação pública sobre temas ambientais e biológicos.”


    Durante a exibição do documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz no Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, o Projeto Jiboia do Ribeira também integrou a programação, reforçando a conexão entre ciência, território e educação ambiental.

    A participação destacou a jiboia como espécie fundamental para o equilíbrio ecológico da Mata Atlântica, evidenciando seu papel na dinâmica dos ecossistemas do Vale do Ribeira. A iniciativa contribuiu para ampliar o diálogo sobre biodiversidade, conservação e valorização do patrimônio natural da região.

    No encontro entre universidade e território, o Vale do Ribeira foi apresentado como espaço de aprendizado, onde a natureza se torna referência concreta para a construção do conhecimento e para o fortalecimento da consciência ambiental.

    Aproximação entre Universidade, Sociedade e Território

    Para além de mostrar aspectos naturais do rio Ribeira de Iguape, a exibição no MZUSP foi uma oportunidade de diálogo entre a universidade, pesquisadores, estudantes e o público em geral. A obra sensibiliza por meio de uma narrativa que vai além da geografia: ela aponta conexões culturais, históricas e afetivas com as águas que cruzam parte significativa do território paulista e paranaense.

    O evento também serviu como espaço para encontros entre entidades envolvidas com questões ambientais, pesquisadores da área e movimentos sociais que atuam na preservação da água e da biodiversidade no Brasil.

  • Aula Inaugural marca início da Formação em Educação Ambiental, Climática e Territorial

    Aula Inaugural marca início da Formação em Educação Ambiental, Climática e Territorial

    A PreserValle realizou, no dia 25 de fevereiro de 2026, a Aula Inaugural do Programa de Educação Ambiental (PEA 2026) no município de Pariquera-Açu. O encontro aconteceu pela plataforma Google Meet, com transmissão ao vivo pelo canal oficial da PreserValle no YouTube, garantindo ampla participação dos professores da rede municipal de ensino.

    Para assegurar o acesso de todos os profissionais, a formação foi organizada em duas turmas, uma no período da manhã e outra no período da tarde, consolidando um modelo democrático e inclusivo de formação continuada.

    Com o tema “Gestão de Recursos Hídricos e Pertencimento Territorial”, a Aula Inaugural deu início a um processo formativo estruturado que vai além de conteúdos técnicos. A proposta estabelece as bases para uma Educação Ambiental, Climática e Territorial alinhada à realidade local, integrando o território como elemento central na construção do currículo.

    A bacia hidrográfica como eixo estruturante do conhecimento

    Durante a formação, os professores percorreram a Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape da nascente à foz, compreendendo sua dimensão territorial, que abrange os estados de São Paulo e Paraná, e sua relevância estratégica como região produtora de água.

    Foram abordadas as múltiplas características da bacia: biodiversidade da Mata Atlântica, unidades de conservação, atividades econômicas como agricultura e mineração, geração de energia, pesca, cultura regional e presença de povos tradicionais. Ao mesmo tempo, foram discutidos os desafios relacionados à disponibilidade e qualidade da água em diferentes pontos do território.

    A reflexão central evidenciou que abundância hídrica não significa ausência de responsabilidade. Gestão qualificada, planejamento e participação social são elementos essenciais para garantir segurança hídrica e equilíbrio ambiental.

    A metodologia PreserValle: pertencimento como base curricular

    A Aula Inaugural apresentou a metodologia exclusiva desenvolvida pela PreserValle, que articula Educação Ambiental, Climática e Territorial como fundamento para a construção de um currículo base conectado ao território.

    Essa metodologia parte de um princípio estruturante: o território não deve ser apenas citado como exemplo, mas incorporado como referência permanente no processo de ensino-aprendizagem.

    A bacia hidrográfica local torna-se elemento articulador de diferentes componentes curriculares, permitindo trabalhar conteúdos de Geografia, Ciências, História, Cultura, Matemática aplicada, produção textual e cidadania de forma integrada e contextualizada.

    O pertencimento territorial é compreendido como ferramenta pedagógica. Quando estudantes e professores reconhecem onde nasce a água que consomem, como ela percorre o território e quais impactos as decisões humanas provocam, fortalece-se a identidade local e a responsabilidade socioambiental.

    A proposta dialoga com a Base Nacional Comum Curricular, mas avança ao territorializar o currículo, qualificando o ensino e ampliando sua conexão com a realidade vivida pelos alunos.

    Formação continuada como processo

    Ao final da Aula Inaugural, foi disponibilizada uma atividade complementar por meio de formulário online, com questões relacionadas à gestão de recursos hídricos e ao pertencimento territorial.

    O instrumento tem como finalidade consolidar os conteúdos trabalhados, identificar percepções docentes, mapear desafios e subsidiar o planejamento das próximas etapas formativas. O preenchimento integra oficialmente o percurso da formação e fortalece o acompanhamento pedagógico do programa.

    Educação que nasce do território

    O PEA 2026 reafirma o compromisso da PreserValle com uma educação que dialoga com a bacia hidrográfica, com a cultura local e com os desafios climáticos contemporâneos.

    Construir currículo é construir futuro. Ao integrar o território como referência viva do processo pedagógico, a escola amplia sua capacidade de formar cidadãos conscientes, críticos e comprometidos com a gestão das águas e com o desenvolvimento sustentável.

  • Pariquera-Açu estrutura nova etapa do Projeto Socioambiental com foco no pertencimento territorial

    Pariquera-Açu estrutura nova etapa do Projeto Socioambiental com foco no pertencimento territorial

    A Secretaria Municipal de Educação de Pariquera-Açu sediou o segundo encontro do Projeto Socioambiental, conduzido pela PreserValle em parceria com a Prefeitura, por meio das Secretarias Municipais de Educação e de Meio Ambiente.

    A reunião contou com a presença do Grupo de Trabalho (GT) instituído entre as equipes técnicas, consolidando uma etapa decisiva do planejamento: a definição das diretrizes pedagógicas e do modelo final da formação continuada que será desenvolvida com os professores da rede municipal. A aula inaugural está prevista para o dia 25 de fevereiro, marcando o início de um ciclo formativo estruturado a partir da realidade

    territorial do município.

    Formação ancorada no território

    O encontro teve caráter técnico e estratégico. Foram pactuados conteúdos, metodologia, cronograma e integração entre formação teórica, produção bibliográfica e estudo do meio. O projeto articula educação ambiental, leitura de paisagem, memória cultural e recursos naturais como dimensões indissociáveis.

    O pertencimento territorial orienta toda a proposta. Ensinar sobre meio ambiente em Pariquera-Açu implica compreender sua história, seus símbolos, suas águas e sua biodiversidade.

    Campina do Encantado como eixo narrativo

    Um dos momentos centrais do encontro foi a roda de conversa com a professora Hosana, que compartilhou as lendas da Campina do Encantado, patrimônio imaterial do município. A escuta qualificada dessas narrativas definiu o eixo temático do livreto que será produzido no âmbito do projeto.

    A Campina do Encantado deixa de ser apenas referência geográfica e passa a ser elemento estruturante da obra pedagógica, conectando memória, território e natureza. A água, os ambientes naturais e a biodiversidade local serão tratados não apenas como conteúdos técnicos, mas como parte viva da identidade do município.

    A professora Hosana será homenageada no próprio material didático por meio da criação de uma personagem inspirada em seu nome. Na narrativa do Programa de Educação Ambiental (PEA) de Pariquera-Açu, essa personagem será responsável por apresentar aos demais personagens as lendas da Campina, articulando cultura local e consciência ambiental.

    Foto: Fogo da Turfeira | Fonte: Tripadvisor

    Arte, cenário e estudo do meio

    Durante o encontro também foram realizados registros visuais e documentais pelo município, que irão subsidiar os processos artísticos na construção dos cenários do livreto. A ambientação gráfica partirá de referências reais do território, garantindo fidelidade paisagística e identidade local.

    Paralelamente à produção editorial, será desenvolvido um estudo do meio, ampliando a experiência pedagógica para além da sala de aula. A formação dos professores dialogará com essa vivência prática, fortalecendo a integração entre teoria e observação direta do território.

    Educação ambiental como construção identitária

    O segundo encontro consolida uma etapa de maturidade do projeto. Ao integrar memória oral, produção artística, formação docente e leitura ambiental, Pariquera-Açu estrutura uma política educacional que parte daquilo que é próprio: sua paisagem, suas histórias e sua relação com os recursos naturais.

    Pertencimento territorial não é conceito abstrato neste projeto. É método, conteúdo e finalidade. É reconhecer que a proteção da água e da biodiversidade começa quando a comunidade se reconhece como parte do território que habita.

  • Cidade referência no Vale do Ribeira consolida protagonismo em políticas públicas socioambientais

    Cidade referência no Vale do Ribeira consolida protagonismo em políticas públicas socioambientais

    Registro aprofunda debate técnico sobre saneamento e gestão regional de resíduos

    A Oficina Qualidade de Vida e Meio Ambiente, realizada pela Prefeitura de Registro em parceria com a PreserValle, no auditório do Escritório Regional do Governo do Estado nessa terça feira, 10 de fevereiro, consolidou um espaço de formulação técnica e política em torno da universalização do saneamento básico, com ênfase na gestão dos Resíduos Sólidos Urbanos (RSU).

    A agenda foi estruturada para dialogar com o setor produtivo no período da manhã e com lideranças políticas, religiosas e sociais à tarde, conectando responsabilidade econômica, gestão pública e participação cidadã.

    Grandes geradores e qualificação do sistema municipal

    Pela manhã, ACIAR, comerciantes, empresários, setor industrial e imobiliário discutiram fluxos de coleta, transporte, segregação e destinação final, além da proposta de uma ouvidoria estruturada para aprimorar o Programa Municipal de Coleta Seletiva, especialmente no acompanhamento dos grandes geradores.

    A abordagem partiu da leitura territorial por bacia hidrográfica, tomando como referência a Rio Ribeira de Iguape, cuja relevância hídrica para o Vale do Ribeira é estratégica. Mesmo sendo uma das maiores reservas de água em quantidade e qualidade do estado, foram apresentados relatos de escassez pontual: secamento de poços semiartesianos e caipiras e redução da disponibilidade de água em bairros do município — fenômeno que, neste ano, tem ocorrido também em cidades vizinhas.

    A discussão integrou resíduos, drenagem urbana, uso do solo e mudanças climáticas, reforçando que saneamento é sistema interdependente.

    Regionalização da gestão de RSU: tema sensível e estruturante

    Um dos pontos mais sensíveis e estratégicos do encontro foi a regionalização da gestão integrada de resíduos no Vale do Ribeira, a partir do projeto conduzido pelo Consaúde, atualmente em debate nos poderes Executivo e Legislativo dos 19 municípios da região.

    A vida útil dos aterros públicos no Vale apresenta sinais de esgotamento em alguns territórios. O cenário exige planejamento de médio e longo prazo. Medidas consorciadas surgem como possibilidade concreta, desde que estruturadas de forma coletiva, participativa e descentralizada, respeitando as especificidades municipais.

    Nesse contexto, foi destacada a importância da Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS (Lei nº 12.305/2010), que estabelece a hierarquia da gestão:

    1. Não geração;
    2. Redução;
    3. Reutilização;
    4. Reciclagem;
    5. Tratamento;
    6. Disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.

    A regionalização não pode significar apenas deslocamento de resíduos. Deve priorizar a não geração, fortalecer a coleta seletiva, ampliar a reciclagem e garantir que o aterro seja a última etapa, destinada exclusivamente aos rejeitos.

    Lideranças ampliam a responsabilidade pública

    No período da tarde, lideranças sociais e políticas aprofundaram o debate sobre corresponsabilidade e continuidade administrativa. Foram discutidas melhorias na coleta em residências, condomínios, empreendimentos religiosos e no comércio, além da necessidade de comunicação socioambiental permanente como instrumento de mudança cultural.

    Universalizar o saneamento exige mais do que infraestrutura: demanda organização institucional, pactuação regional e compromisso social.

    Saneamento como política estruturante de saúde

    A oficina também abordou o ciclo de vulnerabilidade associado à precariedade sanitária. A ausência de água tratada, esgotamento adequado, coleta regular de resíduos e drenagem urbana compatível com eventos extremos amplia doenças de veiculação hídrica e pressiona o sistema público de saúde.

    O dado apresentado é direto: a cada dólar investido em saneamento, cinco são economizados em saúde pública. Planejar resíduos, água e esgoto é prevenir adoecimento e proteger recursos públicos.

    Construção territorial e responsabilidade regional

    Ao tratar simultaneamente da qualificação do sistema municipal e da regionalização da gestão integrada de RSU, a oficina demonstrou maturidade institucional. A cidade assume papel articulador no Vale do Ribeira ao enfrentar temas complexos com base técnica, diálogo aberto e leitura territorial.

    A PreserValle reforça, nesse processo, sua metodologia centrada no pertencimento: políticas públicas sólidas nascem quando o território é compreendido em sua dimensão hídrica, social, econômica e cultural.

    Gestão integrada não é conceito abstrato. É prática cotidiana, construída a muitas mãos, com responsabilidade local e visão regional.

  • PreserValle entrega obra sobre Educação Ambiental, Climática e Territorial no Vale do Ribeira a órgãos federais em Brasília

    PreserValle entrega obra sobre Educação Ambiental, Climática e Territorial no Vale do Ribeira a órgãos federais em Brasília

    A PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes realizou, em Brasília, a entrega institucional do livro “Educação Ambiental, Climática e Territorial no Vale do Ribeira” ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. A agenda marca a apresentação nacional de uma obra que sintetiza uma experiência concreta de educação ambiental construída a partir do território e reconhecida como referência para políticas públicas, formação continuada e projetos socioambientais.

    “O livro é resultado direto do Projeto Socioambiental executado pela PreserValle ao longo de mais de 30 meses nos municípios de Cajati e Miracatu, no Vale do Ribeira. Desenvolvido de forma contínua e participativa, o projeto envolveu educadores, comunidades locais e instituições parceiras, consolidando uma metodologia que articula educação ambiental, mudanças climáticas e identidade territorial, com foco na melhoria da gestão dos recursos hídricos.”

    Além de registrar a experiência construída no Vale do Ribeira, o livro “Educação Ambiental, Climática e Territorial no Vale do Ribeira” vem auxiliando diversos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) em diferentes regiões do país como material de apoio para ações de comunicação social e educação ambiental. A obra tem sido utilizada como referência para fortalecer o diálogo com a sociedade, qualificar processos formativos e ampliar a compreensão da bacia hidrográfica como espaço de gestão, pertencimento e cuidado com as águas, contribuindo diretamente para o aprimoramento da participação social no Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.

    A obra sistematiza essas vivências em um território estratégico para a segurança hídrica, a biodiversidade e a cultura do Brasil. O conteúdo aborda a educação ambiental integrada às dimensões climática e territorial, adotando a bacia hidrográfica como eixo estruturante de leitura do espaço, da história e das relações entre natureza e sociedade. Ao tratar a bacia como unidade de pertencimento, o livro conecta rios, comunidades, usos da água, paisagens e modos de vida, aproximando o aprendizado da realidade cotidiana.

    Mais do que um registro técnico, o livro traduz uma prática viva de educação que respeita e valoriza saberes locais, a memória coletiva, a história e as características endêmicas do Vale do Ribeira. Essa abordagem tem gerado resultados consistentes na formação de professores, no engajamento comunitário e no fortalecimento da gestão integrada das águas, demonstrando que processos educativos contínuos produzem impactos duradouros no território.

    Metodologia PreserValle: educação, governança e pertencimento territorial

    A metodologia desenvolvida pela PreserValle parte da compreensão de que não há educação ambiental efetiva sem vínculo com o lugar e sem governança das águas. Por isso, utiliza a visão de bacia hidrográfica como ferramenta pedagógica central, promovendo o reconhecimento do território como espaço de vida, história e responsabilidade compartilhada. Essa perspectiva fortalece o sentimento de pertencimento, amplia a compreensão dos ciclos naturais e estimula a participação social.

    A PreserValle acredita, ainda, que os organismos de bacia, como os Comitês de Bacias Hidrográficas, e as agências reguladoras são de suma importância para o equilíbrio hídrico frente às mudanças climáticas. São essas instâncias que possibilitam uma gestão integrada, participativa e inteligente do nosso maior bem: a água.

    Aplicada hoje em diversas regiões do país, a metodologia da PreserValle tem se consolidado como um norteador para ações de educação ambiental, climática e territorial. A entrega do livro aos órgãos federais representa um passo relevante na difusão dessa experiência, reafirmando que soluções consistentes nascem do território, do diálogo institucional e do cuidado contínuo com as pessoas e com os rios.

  • “Itaóca: Um Território Vivo” Prefeitura Municipal lança vídeo que valoriza a identidade territorial

    “Itaóca: Um Território Vivo” Prefeitura Municipal lança vídeo que valoriza a identidade territorial

    A PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes apresenta o vídeo “Itaóca: Um Território Vivo”, uma produção audiovisual dedicada a um dos municípios mais singulares do Vale do Ribeira — onde natureza, cultura e memória fazem parte do cotidiano.

    O filme percorre montanhas, rios e paisagens que guardam histórias antigas, revelando um território pequeno em extensão, mas imenso em identidade e riqueza socioambiental. Itaóca carrega no seu povo e na sua geografia uma presença viva, construída geração após geração.

    “Entre montanhas e águas que desenham caminhos, Itaóca revela sua essência.
    Pequena em tamanho, mas imensa em natureza, cultura e memórias.
    Um lugar onde o tempo guarda histórias e o povo mantém viva a alma do território.”

    A poesia que conduz o vídeo expressa o que ele busca registrar: não apenas um cenário, mas uma comunidade inteira ligada aos rios, à terra e ao pertencimento.


    Comunicação social como pertencimento e cuidado

    Para a PreserValle, comunicar um território exige respeito. Exige escuta. Cada município tem seus próprios modos de viver, de proteger a água, de transmitir cultura e de manter viva a relação entre paisagem e história.

    Em Itaóca, essa produção foi construída com esse olhar: valorizar o ritmo local, reconhecer os saberes presentes na comunidade e fortalecer a educação como base para o cuidado ambiental e social.


    Projeto realizado com apoio do FEHIDRO e deliberação do CBH-RB

    O vídeo integra o projeto de Educação Ambiental, Climática e Territorial, realizado pela Prefeitura Municipal de Itaóca, por meio do FEHIDRO, com deliberação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB).

    A iniciativa reforça que educar sobre o território é também proteger os recursos hídricos, fortalecer vínculos comunitários e preparar novas gerações para os desafios climáticos que já fazem parte do presente.

    Executado pela PreserValle, o projeto reconhece a escola como um dos principais caminhos para construir sustentabilidade real e duradoura.


    Uma produção que respeita a história e os povos do Vale do Ribeira

    A PreserValle vem desenvolvendo ações de comunicação socioambiental voltadas aos municípios do Vale do Ribeira e às pessoas que sustentam esse território todos os dias: agricultores, educadores, juventudes, comunidades tradicionais e famílias que fazem parte da proteção cotidiana de uma das regiões mais ricas do estado de São Paulo.

    “Itaóca: Um Território Vivo” integra esse compromisso: comunicar para valorizar, aproximar e cuidar.


    Créditos da produção

    Direção Geral: Rafael Guimarães
    Direção de Fotografia e Edição: Vinícius Oliveira
    Direção Musical e Trilha Sonora: Rodrigo Aquino


    Assista ao vídeo

    O vídeo está disponível no canal oficial da PreserValle no YouTube e também nas redes institucionais da PreserValle, do CBH-RB e da Prefeitura Municipal de Itaóca.

    📽️ Itaóca: Um Território Vivo
    https://youtu.be/zuvrVsSs65Q

  • Registro avança na construção de formação continuada em Educação Ambiental para professores da rede municipal

    Registro avança na construção de formação continuada em Educação Ambiental para professores da rede municipal

    O município de Registro deu mais um passo importante no fortalecimento das políticas públicas de educação e sustentabilidade. Hoje, foi realizada uma reunião de alinhamento junto à Prefeitura Municipal, com a presença do Departamento de Planejamento e Meio Ambiente e da Secretaria de Educação, marcando o início do processo de definição da matriz curricular e da metodologia que irá orientar a formação continuada em Educação Ambiental no município.

    A formação será realizada pela PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes, dentro das ações do Programa Municipal de Educação Ambiental, consolidando um compromisso institucional com a construção de práticas pedagógicas conectadas aos desafios contemporâneos das mudanças climáticas, da gestão dos recursos naturais e do pertencimento territorial.

    
    
    
    
    

    Formação continuada com todos os professores do Ensino Fundamental

    A formação terá início previsto para o mês de fevereiro e seguirá até abril, contemplando todos os professores do Ensino Fundamental da rede municipal. O processo formativo irá integrar conteúdos teóricos e práticos, ampliando o repertório pedagógico dos docentes e contribuindo para a implementação curricular de temas ambientais no cotidiano escolar.

    Durante a reunião, foram discutidos os principais eixos que irão compor a matriz curricular, assim como os caminhos metodológicos para garantir uma formação participativa, enraizada na realidade local e alinhada às necessidades das escolas e da comunidade.

    A metodologia PreserValle: educação enraizada e transformação social

    A PreserValle traz para Registro uma metodologia consolidada, construída ao longo de anos de atuação em projetos de educação ambiental, climática e territorial em diferentes regiões do país. Com uma abordagem que prioriza o envolvimento dos atores locais, a valorização do território e a formação contínua dos educadores, a instituição já contribuiu para a capacitação de milhares de professores, impactando diretamente crianças, jovens e comunidades inteiras por todo o Brasil.

    Um dos pilares que irá orientar a formação continuada em Registro será a Cartilha de Educação Ambiental, Climática e Territorial, material pedagógico desenvolvido no âmbito das ações de comunicação socioambiental conduzidas pela PreserValle. Já em sua segunda edição, a cartilha tem se consolidado como uma importante ferramenta de apoio para educadores, reunindo conteúdos acessíveis, contextualizados e alinhados às realidades do território, fortalecendo a prática docente e ampliando o alcance da educação ambiental nas escolas. Sua utilização como base formativa reafirma o compromisso do projeto com uma educação enraizada, capaz de dialogar com a gestão sustentável dos recursos naturais e com os desafios contemporâneos das mudanças climáticas.

    Cartilha criada especialmente para o município de registro, com personagens, cenários e textos únicos.

    Trata-se de uma educação ambiental que vai além da teoria: promove pertencimento, desperta consciência crítica e fortalece o papel da escola como centro vivo de transformação social.

    Planejamento integrado e enraizamento territorial

    O encontro reforçou a importância do trabalho conjunto entre os setores de educação e meio ambiente, assegurando que o projeto seja construído de forma integrada e estruturante. A proposta busca valorizar o território de Registro como espaço de aprendizagem, conectando os conteúdos ambientais às vivências, paisagens, rios e dinâmicas sociais que fazem parte do cotidiano dos estudantes.

    A formação continuada representa uma oportunidade concreta de fortalecer práticas educativas sustentáveis e gerar impactos duradouros na comunidade escolar.

    Educação ambiental como base para o futuro

    Ao investir na capacitação dos professores e na consolidação de uma matriz curricular voltada à sustentabilidade, Registro reafirma seu compromisso com a construção de uma educação pública mais abrangente, sensível às urgências climáticas e capaz de formar novas gerações comprometidas com o cuidado das águas, do território e das pessoas.

    A PreserValle segue contribuindo com esse processo, fortalecendo caminhos educativos que unem conhecimento, pertencimento e transformação no Vale do Ribeira e em todo o país.

  • Educação Ambiental,Climática e Territorial ganha novo impulso em Pariquera-Açu com formação continuada para professores em 2026

    Educação Ambiental,Climática e Territorial ganha novo impulso em Pariquera-Açu com formação continuada para professores em 2026

    Metodologia Preservalle perenizando melhorias no ensino público

    Pariquera-Açu inicia uma nova etapa no fortalecimento da educação pública e da sustentabilidade territorial com a implantação do Projeto de Educação Ambiental, Climática e Territorial, que será desenvolvido por meio de uma formação continuada junto aos professores da rede municipal de ensino e pela publicação de uma obra bibliográfica voltada ao contexto local. O início desta jornada foi marcado por uma reunião realizada no dia 27 de janeiro, na Secretaria Municipal de Educação, com a participação da equipe do Departamento Municipal de Meio Ambiente e da Equipe Pedagógica, consolidando o alinhamento institucional necessário para o planejamento e execução das ações previstas.

    A iniciativa integra o Programa de Educação Ambiental do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB) e conta com financiamento do FEHIDRO – Fundo Estadual de Recursos Hídricos, instrumento essencial para o fortalecimento de projetos que promovem o cuidado com as águas, o território e as comunidades do Vale do Ribeira.

    A formação terá carga horária total de 30 horas, combinando aulas teóricas e práticas, com início previsto para o final de fevereiro, fortalecendo o papel da escola como espaço estratégico de transformação social.

    Educação conectada ao território e à Agenda 2030

    O projeto está orientado pelas diretrizes da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), incorporando objetivos fundamentais para o desenvolvimento sustentável e para a construção de uma sociedade mais justa e resiliente.

    Entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que estruturam a proposta, destacam-se:

    • ODS 4 – Educação de Qualidade: assegurar uma educação inclusiva, equitativa e transformadora, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida;
    • ODS 6 – Água Limpa e Saneamento: fortalecer a gestão sustentável da água e a proteção dos recursos hídricos;
    • ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis: incentivar padrões sustentáveis de consumo e produção no cotidiano escolar e comunitário;
    • ODS 13 – Ação contra a Mudança Global do Clima: promover medidas urgentes frente às mudanças climáticas e seus impactos no território.
    Agenda 2030 – Fonte: Organização das Nações Unidas

    Ao integrar esses objetivos à formação docente, o projeto amplia a compreensão sobre práticas sustentáveis e reforça a responsabilidade compartilhada na gestão dos recursos naturais. Isso empodera os professores a transmitirem esse conhecimento aos alunos, criando uma rede de conscientização que alcança toda a comunidade escolar e a sociedade civil.

    Diagnóstico inicial e planejamento pedagógico

    Neste primeiro momento, foi iniciado um diagnóstico territorial e institucional, com levantamento das ações já realizadas no âmbito da educação ambiental pelas escolas e pelo Departamento Municipal de Meio Ambiente.

    Paralelamente, está em desenvolvimento o planejamento do programa formativo e da matriz curricular, que irá orientar:

    • a capacitação técnica e pedagógica dos professores;
    • a implementação curricular dos conteúdos ambientais e climáticos;
    • o monitoramento e avaliação das atividades;
    • o engajamento permanente da comunidade escolar.

    “Essa construção inicial garante que o projeto esteja profundamente conectado à realidade local e às experiências já existentes no município.”

    Resultados esperados

    Entre os principais resultados previstos para Pariquera-Açu, destacam-se:

    • Fortalecimento da capacidade educacional, com professores capacitados em temas críticos como gestão das águas, mudanças climáticas e sustentabilidade;
    • Melhoria na qualidade do ensino, integrando conteúdos ambientais e territoriais à grade curricular;
    • Engajamento da comunidade escolar, ampliando a conscientização e a participação em ações socioambientais;
    • Impacto ambiental positivo, contribuindo diretamente para a conservação dos recursos hídricos e naturais do município, alinhada aos princípios da Agenda 2030.

    Um caminho educativo para o futuro do Vale do Ribeira

    Ao investir em formação continuada, publicação de materiais pedagógicos e valorização do território como espaço de aprendizagem, Pariquera-Açu consolida um movimento que une educação, pertencimento e sustentabilidade.

    Como ação estruturante do CBH-RB, financiado pelo FEHIDRO, o projeto reafirma que educar é também cuidar: das águas, da natureza, das comunidades e das futuras gerações.