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  • DOCUMENTÁRIO COMPLETO | Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    DOCUMENTÁRIO COMPLETO | Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    ESTREIA DIA 16/10/2025 – NO YOUTUBE

    Uma travessia pelas águas que nascem nos Campos Gerais, em Ponta Grossa (PR), e percorrem mais de 470 km até o mar em Iguape (SP), revelando a força e a beleza da bacia hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape — o último grande rio livre do Estado de São Paulo.

    O filme dá voz aos quilombolas, indígenas, caiçaras e ribeirinhos, povos que há séculos habitam e protegem esse território, mantendo viva a cultura, o pertencimento e a relação ancestral com a natureza.

    “Águas do Ribeira vai além de um documentário, é um convite à reflexão sobre a água como fonte de vida, identidade e resistência.”

    💧 Estreia Oficial

    Assista no YouTube

    Realização e Produção

    Realização: CBH-RB – Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul e ABAM – Associação dos Bananicultores de Miracatu
    Produção: PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes

  • Águas do Ribeira em Iguape

    Águas do Ribeira em Iguape

    Cinema a céu aberto na Praça São Benedito

    Uma noite histórica na Praça São Benedito

    Iguape viveu uma noite histórica na última sexta-feira. A Praça São Benedito foi tomada por moradores e visitantes para assistir, em plena rua, ao documentário “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz”, produzido pela PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes. O evento, realizado em parceria com a Fábrica de Cultura de Iguape, levou arte, cinema e reflexão sobre o território para o coração da cidade.

    Exibição em Iguape

    Uma jornada pelo último grande rio livre de SP

    Com quase 500 km de extensão, o Ribeira de Iguape é o último grande curso d’água do estado que não foi represado. O filme percorre essa trajetória, revelando histórias de comunidades indígenas, quilombolas, caiçaras, agricultores familiares e pesquisadores.

    Exibição em Iguape

    “O Vale do Ribeira guarda a maior área contínua de Mata Atlântica do país e uma diversidade cultural única.”

    PreserValle: tecnologia social e pertencimento

    A PreserValle tem se destacado pela capacidade de criar soluções inteligentes para educação ambiental, climática e territorial. O documentário não se limita ao audiovisual: é um projeto de engajamento que valoriza comunidades locais, construído a partir do contato direto com moradores, lideranças e pesquisadores.

    Fábrica de Cultura: democratizando o acesso à arte

    Equipe PreserValle
    Equipe PreserValle
    Equipe PreserValle

    A escolha da Praça São Benedito como espaço de exibição foi estratégica. A Fábrica de Cultura de Iguape levou o cinema para o espaço público, aproximando a população de um patrimônio que lhe pertence e reafirmando seu papel como centro de produção e difusão cultural.

    “A cultura é essencial para a formação de novas gerações e para o desenvolvimento social do Vale do Ribeira.”

    Uma noite de encontros e diálogos

    A programação contou com o Batucajé e o espetáculo “Cantando o Ribeira”, seguidos da exibição do documentário em telão ao ar livre. O público se emocionou e, ao final, uma roda de conversa reuniu artistas, lideranças comunitárias e realizadores.

    Roda de conversa
    Público reunido

    O futuro é ancestral

    A exibição de “Águas do Ribeira” reafirma uma verdade profunda: os povos do Ribeira carregam saberes que orientam o presente e moldam o futuro. Suas práticas, histórias e modos de vida são bússolas para a construção de um mundo mais equilibrado e sustentável.

    “O Vale do Ribeira fala ao futuro sem abrir mão das raízes.”


    📌 Acompanhe novidades em @aguasdoribeira

  • Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    Um filme que celebra o rio e seu povo

    “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz”: Estreia histórica no Sesc Registro celebra o rio e seu povo

    O Teatro do Sesc Registro lotou recebendo mais de 170 pessoas para a estreia do documentário “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz”, obra que inaugura uma agenda de lançamentos em nível nacional. A produção percorre os quase 500 km do último grande rio não represado do Estado de São Paulo, revelando sua história, cultura e importância ambiental.

    Mais do que uma sessão de cinema, o evento foi um ato cultural e político em defesa das águas. A Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape é uma das mais preservadas do Brasil e garante água de qualidade e em abundância para milhões de pessoas. Essa riqueza é protegida pelo povo do Ribeira, que, ao longo dos séculos, mantém um vínculo espiritual e prático com o território. O filme mostra ao mundo que o Ribeira é um exemplo vivo de cuidado com a natureza e de governança hídrica baseada em saberes tradicionais e gestão participativa.

    CBH-RB: O Comitê que dá voz ao território

    O documentário é fruto da visão estratégica do Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB), espaço participativo que há quase 30 anos reúne sociedade civil, Estado e municípios para decidir os rumos da gestão das águas. Referência nacional, o CBH-RB atua como guardião das nascentes, rios e comunidades que fazem desta bacia um patrimônio natural e cultural inestimável.

    PreserValle: Pertencimento territorial como ferramenta de transformação

    A produção foi realizada pela PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes, que apresenta sua reconhecida metodologia de Educação Ambiental, Territorial e Climática. O trabalho busca valorizar histórias locais e construir pertencimento, transformando cada ação educativa em uma oportunidade de empoderamento das comunidades. No filme, essa filosofia ganha vida por meio de narrativas autênticas, imagens de impacto e um olhar poético para a região.

    As cores do Ribeira: diversidade e identidade

    A narrativa do documentário mergulha na pluralidade cultural do Vale do Ribeira, revelando o diálogo entre:

    • Sabedoria Guarani
    • Resistência Quilombola
    • Tradição Caiçara
    • Vivência Ribeirinha
    • Agricultura Familiar

    Essas comunidades são guardiãs do rio, da floresta e de um modelo de vida sustentável que inspira o Brasil e o mundo.

    Personagens: vozes que contam a história do rio

    • Cacique Timóteo Vera Tupã – Liderança Guarani que expressa a espiritualidade e o elo ancestral com a água.
    • Professor Lélis Ribeiro – Escritor e educador que eterniza a memória do Vale do Ribeira.
    • Professora Francisca Alcivânia – Referência da educação rural e comunitária.
    • Dona Iracema Pereira de Almeida – Guardiã quilombola da tradição oral e da resistência cultural.
    • Padre Gilberto de França – Inspiração de fé e compromisso socioambiental.
    • João Armando Moreira – Pesquisador e historiador que reconstrói as raízes do território.
    • Lara, o Cantador do Vale – Poeta e músico que traduz em canções a alma ribeirinha.
    • Júlio Costa – Poeta popular, voz da cultura viva do Vale.

    Ficha Técnica

    • Título: Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz
    • Direção: Rafael Guimarães e Vinícius Oliveira
    • Produção Executiva: PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes
    • Produção: CBH-RB (Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul), ABAM (Associação dos Bananicultores de Miracatu)
    • Roteiro e Pesquisa: Rafael Guimarães
    • Direção de Fotografia: Vinícius Oliveira
    • Som e Trilha Sonora: Rodrigo Aquino
    • Design e Identidade Visual: Gustavo Pupo
    • Edição e Finalização: PreserValle
    • Duração: 57 minutos
    • Ano: 2025

    Agenda de Lançamentos

    • 10/09 – Vitória/ES: Estreia nacional no ENCOB 2025, maior evento sobre águas e bacias hidrográficas do país.
    • 11/09 – Registro/SP: Exibição no Teatro do Sesc Registro.
    • 12/09 – Iguape/SP: Sessão aberta ao público na Fábrica de Cultura.
    • 24/09 – Registro/SP: Exibição especial na UNESP Registro.
    • Outras cidades receberão em breve a experiência do documentário, levando a mensagem do Ribeira por todo o Brasil.

    Um legado para o Brasil e o mundo

    O documentário “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz” é uma carta de amor ao território e às águas. Ao revelar histórias, culturas e paisagens, a produção ensina que proteger o Ribeira é proteger o futuro. Este rio é prova viva de que comunidades tradicionais, quando fortalecidas, são as melhores guardiãs da biodiversidade e da água de qualidade.

  • Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz – Documentário Inédito Percorre Mais de 1300 Km e Revela Contrastes e Grandezas do Último Rio Livre do Sudeste

    Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz – Documentário Inédito Percorre Mais de 1300 Km e Revela Contrastes e Grandezas do Último Rio Livre do Sudeste

    Um rio, muitos territórios. O documentário “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz” está em produção e vem revelando não apenas a beleza natural e a diversidade do rio Ribeira, mas também os fortes contrastes entre as realidades encontradas em seu percurso. Ao longo de mais de 1.300 quilômetros, a equipe percorreu o caminho das águas, partindo do Vale do Ribeira/SP rumo às nascentes em Ponta Grossa/PR, e retornando em travessia audiovisual que reconecta histórias, paisagens e identidades.

    Realizado entre os dias 11 e 14 de abril de 2025, o trajeto remete às expedições científicas de Krone e outros naturalistas no início do século passado, redescobrindo o rio sob novas lentes — desta vez com os olhos voltados à sustentabilidade, à justiça territorial e à valorização dos povos tradicionais.

    Foto do pôr do sol, tirada por um drone

    As nascentes: um rio cercado por monoculturas

    Nas proximidades do Parque Estadual dos Campos Gerais, em Ponta Grossa, localizam-se os dois pontos principais considerados como nascentes do rio Ribeira. Um deles é indicado pela cartografia do Google Maps, e outro, oficialmente reconhecido pela Agência Nacional de Águas (ANA), situa-se na confluência dos rios Assungui e Ribeirinha, no bairro Biscaia.

    Foto do plantio de soja, pastagem e silvicultura, tirada por um drone

    Porém, ali, o rio Ribeira ainda não é o Ribeira do Vale. Suas cabeceiras estão cercadas por monoculturas de soja, plantações de pinus e eucalipto, mineração e pecuária extensiva. A paisagem é marcada pelo uso intensivo da terra, com pouca presença de matas ciliares e fragmentação ecológica. É uma realidade dura que contrasta profundamente com o que será encontrado mais à frente, no estado de São Paulo.

    Foto da confluência do Rio Assungui com o Rio Ribeirinha, tirada por um drone

    Quando o rio encontra o território: retorno ao Vale do Ribeira

    À medida que o rio se distancia da região de Ponta Grossa, e mais adiante quando adentra o estado de São Paulo, o cenário se transforma. As gravações feitas nos trechos entre Itapirapuã Paulista, Eldorado e Sete Barras revelam matas ciliares ainda preservadas, comunidades tradicionais, agricultura familiar e uma relação mais respeitosa e simbólica com as águas. No Vale do Ribeira, o rio é presença viva na cultura, na espiritualidade e nos modos de vida dos povos que dele dependem. No entanto plantios de pinus, eucalipto e pastagens sem cercamento demonstram riscos para a conservação das águas do ribeira, e essas atividades estão gradualmente aumentando na bacia.

    Foto do Rio Ribeira logo após a confluência entre o Rio Assungui e o rio ribeirinha, tirada por um drone
    Foto de uma plantação de Pinus em larga escala, em Itapiraúã Paulista, tirada por um drone
    Foto de um bananal em margem de App. Eldorado/SP, tirada por um drone
    Foto do Rio Ribeira chegando ao Estado de São Paulo, tirada por um drone

    A equipe registrou as atividades produtivas integradas ao território, como a bananicultura, e também entrevistou três figuras fundamentais:

    cacique Timóteo, da aldeia Tekoá Taquari, que compartilhou a cosmovisão Guarani sobre o rio, a floresta e a conexão espiritual com a natureza

    Foto da equipe entrevistando o cacique Timoteo

    professor Lélis Ribeiro, de Eldorado, que ofereceu um panorama histórico da bacia, abordando desde os impactos da mineração de chumbo até o fortalecimento do pertencimento territorial por meio da educação e da cultura.

    Professor Lelis Ribeiro

    professora Alcivânia, docente da UNESP falou sobre a importância da universidade para o território e a sua relação com a bacia, e ainda apresentou alguns projetos como a rede de viveiros, e os sistemas agroflorestais produtivos e regenerativos no campus em Registro/SP.

    Professora Alcivânia

    Narrativa, som e imagem nascidos da terra

    A obra aposta em uma narrativa acessível e humanizada, com qualidade de imagem cinematográfica e uma trilha sonora original composta por músicos locais, que traduzem os sons, sentimentos e ritmos do território em música.

    “As águas de um território são mais do que recurso: são memória, identidade e ligação com a vida.”

    Reconhecer o valor dos rios e das nascentes é essencial para fortalecer o pertencimento, promover a justiça ambiental e preservar as riquezas naturais que sustentam as comunidades e o equilíbrio do planeta.

    Uma travessia em construção: até onde o rio encontra o mar

    “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz” é uma realização do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB), em parceria com a ABAM – Associação dos Bananicultores de Miracatu, a PreserValle – Soluções Ambientais Inteligentes, e com o apoio de diversas instituições, pessoas e comunidades do Vale do Ribeira.

    Mais do que um documentário, é uma ferramenta de apoio à gestão de recursos hídricos, à educação ambiental, territorial e climática, e à valorização da história e da vida que brota ao redor do rio.

    E a jornada continua. A equipe segue agora rumo à Barra do Ribeira, no município de Iguape, onde o rio encontra o mar e se funde ao Lagamar, uma das regiões costeiras mais ricas em biodiversidade do planeta. É lá que o Ribeira se transforma mais uma vez — e onde esta travessia audiovisual será completada, conectando os extremos de um rio que é, ao mesmo tempo, origem, caminho e destino.

  • Começam as Gravações do Documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    Começam as Gravações do Documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    As primeiras imagens do documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz já estão sendo captadas, marcando o início de uma produção audiovisual inédita e profundamente comprometida com a valorização da Bacia Hidrográfica do rio Ribeira de Iguape. Com apoio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape (CBH-RB), Governo do Estado de São Paulo, FEHIDRO, SP Águas e coordenação da ABAM, o projeto conta com a PreserValle na execução de sua metodologia territorial, que destaca o protagonismo das comunidades tradicionais da região.

    A primeira etapa de gravações ocorreu entre os dias 20 e 24 de março de 2025, com foco em Iporanga e Eldorado, registrando trechos do Alto e Médio Ribeira. Um dos destaques dessa fase foi a comunidade quilombola de Praia Grande, localizada às margens do rio, com acesso predominantemente fluvial. A comunidade é um símbolo de resistência, ancestralidade e organização coletiva – aspectos fundamentais na construção da narrativa do documentário.

    Saberes, memórias e paisagens vivas

    Foram realizadas entrevistas com personagens locais que representam a diversidade cultural, espiritual e histórica do território. Entre os entrevistados, a anciã Dona Iracema emocionou a equipe ao compartilhar histórias sobre o vínculo entre sua comunidade e o rio, reforçando a centralidade da natureza como guardiã da vida e da identidade quilombola.

    O Padre Gilberto, morador de Eldorado, também contribuiu com sua visão sobre a convivência entre fé, cultura e proteção ambiental. Já o professor, pesquisador e historiador João Armando trouxe um olhar crítico e analítico sobre os ciclos econômicos do Alto Ribeira, como a mineração, e seus impactos na configuração atual da região. Sua fala ajuda a contextualizar as transformações históricas e os desafios contemporâneos vividos no território.

    Além das entrevistas, a equipe registrou paisagens de rara beleza: florestas preservadas, margens arborizadas, trechos sinuosos do rio, além do cotidiano de comunidades que praticam agricultura familiar, pesca artesanal e manejos tradicionais. Esses registros vão compor a base poética e informativa do documentário, que pretende conectar a bacia do Ribeira à noção de patrimônio coletivo ambiental e cultural.

    Das nascentes aos povos do vale

    Nas próximas etapas, o documentário irá até a nascente do rio Ribeira, localizada na região de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. A partir desse ponto, será registrada toda a trajetória das águas até a sua foz, em Iguape/SP. A travessia audiovisual reafirma a riqueza e diversidade do Ribeira, tanto em termos naturais quanto culturais.

    O projeto também destaca a importância de políticas públicas específicas para o Vale do Ribeira, que valorizem seus recursos naturais, sua biodiversidade e os povos tradicionais que habitam e preservam este território. Reconhecer a singularidade do Ribeira é essencial para garantir seu futuro e fortalecer ações sustentáveis voltadas ao desenvolvimento regional com justiça social.

    Rio Ribeira: eixo da resiliência climática e hídrica

    A narrativa do documentário evidencia o papel estratégico do rio Ribeira de Iguape na segurança hídrica e na adaptação às mudanças climáticas. Com seu fluxo natural e ausência de grandes barragens, o Ribeira contribui para a recarga de aquíferos, a regulação térmica e o equilíbrio dos ciclos da água em uma das regiões com maior biodiversidade da Mata Atlântica.

    Vozes dos povos tradicionais

    O projeto reafirma a centralidade dos povos quilombolas, indígenas e caiçaras como guardiões da biodiversidade e da cultura no Vale do Ribeira. Suas vozes são fundamentais para o reconhecimento e fortalecimento do pertencimento territorial, da educação ambiental e da memória coletiva. A produção caminha em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 6, 13, 15 e 16 da Agenda 2030.

    Próximos passos

    Após o sucesso da etapa inicial, novas gravações serão realizadas em comunidades ribeirinhas, indígenas e caiçaras do Médio e Baixo Ribeira, além das filmagens na nascente, nos Campos Gerais, e na foz do rio, no município de Iguape/SP. A jornada completa oferecerá uma visão profunda, sensível e engajada sobre a importância do Ribeira como símbolo de resistência, vida e esperança.

    Acompanhe as próximas etapas dessa travessia pelas águas, histórias e lutas do Ribeira