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  • PreserValle Consolida Metodologias de Educação Ambiental e Pertencimento como Referência para a Gestão Territorial e Climática no Brasil

    PreserValle Consolida Metodologias de Educação Ambiental e Pertencimento como Referência para a Gestão Territorial e Climática no Brasil

    A PreserValle vem se destacando nacionalmente pelo desenvolvimento e aplicação de metodologias próprias voltadas à Educação Ambiental, Climática e Territorial, que têm fortalecido o pertencimento e a participação social nas regiões onde atua. No Vale do Ribeira, essas ações vêm contribuindo diretamente para a consolidação de políticas públicas, programas educacionais e estratégias de conservação dos recursos naturais, sendo reconhecidas como referência em todo o país.

    Por meio de uma abordagem que une o conhecimento técnico-científico à vivência e aos saberes tradicionais das comunidades locais, a PreserValle tem promovido formações continuadas com professores, elaborado materiais didáticos com registros de autoria certificados pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), incentivado produções audiovisuais educativas e estruturado projetos pedagógicos que valorizam a realidade ecológica, social e cultural dos territórios.

    Atualmente, a PreserValle também coordena, através da ABAM – Associação dos Bananicultores de Miracatu, a comunicação social geral do Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB). Essa coordenação tem potencializado os resultados institucionais do comitê, organizando os fluxos de informação e fortalecendo os indicadores de impacto social e ambiental. A atuação vem elevando a visibilidade das ações do CBH-RB e estruturando uma base sólida de comunicação, com foco na gestão eficiente e transparente dos recursos hídricos.

    Com sua atuação técnica e sensível ao território, a PreserValle tem contribuído para que os projetos na bacia do Ribeira sejam organizados de forma coerente, participativa e com alto nível de qualidade. Essa combinação de compromisso técnico e envolvimento comunitário está permitindo que a bacia hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul se destaque como um exemplo de governança participativa, com ações educativas de grande alcance, voltadas ao cumprimento da Agenda 2030 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – especialmente os ODS 4 (Educação de Qualidade), ODS 6 (Água Limpa e Saneamento), ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima).

    A PreserValle reafirma, assim, seu compromisso com a transformação social e ambiental a partir da educação, da escuta ativa e do fortalecimento dos vínculos com os territórios.

  • PreserValle Apoia o II Seminário de Mudanças Climáticas no Vale do Ribeira

    PreserValle Apoia o II Seminário de Mudanças Climáticas no Vale do Ribeira

    No próximo dia 11 de junho, a cidade de Registro/SP sediará o II Seminário de Mudanças Climáticas no Vale do Ribeira, no Sesc Registro, a partir das 9h. A PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes tem orgulho de ser uma das apoiadoras dessa importante iniciativa, que reforça a urgência do debate climático a partir da realidade dos territórios.

    O evento é promovido pelo CBH-RB (Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul) em parceria com o Sesc Registro, reunindo pesquisadores, educadores, juventudes, lideranças comunitárias e instituições públicas e privadas comprometidas com o futuro ambiental da região.

    A programação contará com duas mesas temáticas que abordarão:

    • Os impactos das mudanças climáticas nas bacias hidrográficas e nas comunidades;
    • O papel da educação ambiental frente aos desafios climáticos contemporâneos.

    Entre os destaques do evento está o lançamento oficial do trailer do Documentário “Águas do Ribeira – da nascente à foz”, realizado em parceria com a PreserValle, que traz registros potentes sobre os caminhos do Rio Ribeira, seus povos e sua biodiversidade única.

    A PreserValle, com sua atuação contínua na valorização dos saberes locais e no fortalecimento das políticas públicas ambientais, reafirma seu compromisso com o debate climático por meio da educação, da escuta ativa e da construção de soluções integradas.

    Inscreva-se gratuitamente!

    Foto da confluência do Rio Assungui com o Rio Ribeirinha, tirada por um drone

    As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas.

    Garanta sua participação acessando o link:  https://bit.ly/seminariomudancasclimaticas

    Junte-se a nós!

    O II Seminário de Mudanças Climáticas no Vale do Ribeira é mais que um evento: é um chamado à ação coletiva, ao pertencimento territorial e à regeneração ambiental. Participe dessa construção.

    PreserValle – Soluções Ambientais Inteligentes a serviço da vida e do território.

  • Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz – Documentário Inédito Percorre Mais de 1300 Km e Revela Contrastes e Grandezas do Último Rio Livre do Sudeste

    Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz – Documentário Inédito Percorre Mais de 1300 Km e Revela Contrastes e Grandezas do Último Rio Livre do Sudeste

    Um rio, muitos territórios. O documentário “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz” está em produção e vem revelando não apenas a beleza natural e a diversidade do rio Ribeira, mas também os fortes contrastes entre as realidades encontradas em seu percurso. Ao longo de mais de 1.300 quilômetros, a equipe percorreu o caminho das águas, partindo do Vale do Ribeira/SP rumo às nascentes em Ponta Grossa/PR, e retornando em travessia audiovisual que reconecta histórias, paisagens e identidades.

    Realizado entre os dias 11 e 14 de abril de 2025, o trajeto remete às expedições científicas de Krone e outros naturalistas no início do século passado, redescobrindo o rio sob novas lentes — desta vez com os olhos voltados à sustentabilidade, à justiça territorial e à valorização dos povos tradicionais.

    Foto do pôr do sol, tirada por um drone

    As nascentes: um rio cercado por monoculturas

    Nas proximidades do Parque Estadual dos Campos Gerais, em Ponta Grossa, localizam-se os dois pontos principais considerados como nascentes do rio Ribeira. Um deles é indicado pela cartografia do Google Maps, e outro, oficialmente reconhecido pela Agência Nacional de Águas (ANA), situa-se na confluência dos rios Assungui e Ribeirinha, no bairro Biscaia.

    Foto do plantio de soja, pastagem e silvicultura, tirada por um drone

    Porém, ali, o rio Ribeira ainda não é o Ribeira do Vale. Suas cabeceiras estão cercadas por monoculturas de soja, plantações de pinus e eucalipto, mineração e pecuária extensiva. A paisagem é marcada pelo uso intensivo da terra, com pouca presença de matas ciliares e fragmentação ecológica. É uma realidade dura que contrasta profundamente com o que será encontrado mais à frente, no estado de São Paulo.

    Foto da confluência do Rio Assungui com o Rio Ribeirinha, tirada por um drone

    Quando o rio encontra o território: retorno ao Vale do Ribeira

    À medida que o rio se distancia da região de Ponta Grossa, e mais adiante quando adentra o estado de São Paulo, o cenário se transforma. As gravações feitas nos trechos entre Itapirapuã Paulista, Eldorado e Sete Barras revelam matas ciliares ainda preservadas, comunidades tradicionais, agricultura familiar e uma relação mais respeitosa e simbólica com as águas. No Vale do Ribeira, o rio é presença viva na cultura, na espiritualidade e nos modos de vida dos povos que dele dependem. No entanto plantios de pinus, eucalipto e pastagens sem cercamento demonstram riscos para a conservação das águas do ribeira, e essas atividades estão gradualmente aumentando na bacia.

    Foto do Rio Ribeira logo após a confluência entre o Rio Assungui e o rio ribeirinha, tirada por um drone
    Foto de uma plantação de Pinus em larga escala, em Itapiraúã Paulista, tirada por um drone
    Foto de um bananal em margem de App. Eldorado/SP, tirada por um drone
    Foto do Rio Ribeira chegando ao Estado de São Paulo, tirada por um drone

    A equipe registrou as atividades produtivas integradas ao território, como a bananicultura, e também entrevistou três figuras fundamentais:

    cacique Timóteo, da aldeia Tekoá Taquari, que compartilhou a cosmovisão Guarani sobre o rio, a floresta e a conexão espiritual com a natureza

    Foto da equipe entrevistando o cacique Timoteo

    professor Lélis Ribeiro, de Eldorado, que ofereceu um panorama histórico da bacia, abordando desde os impactos da mineração de chumbo até o fortalecimento do pertencimento territorial por meio da educação e da cultura.

    Professor Lelis Ribeiro

    professora Alcivânia, docente da UNESP falou sobre a importância da universidade para o território e a sua relação com a bacia, e ainda apresentou alguns projetos como a rede de viveiros, e os sistemas agroflorestais produtivos e regenerativos no campus em Registro/SP.

    Professora Alcivânia

    Narrativa, som e imagem nascidos da terra

    A obra aposta em uma narrativa acessível e humanizada, com qualidade de imagem cinematográfica e uma trilha sonora original composta por músicos locais, que traduzem os sons, sentimentos e ritmos do território em música.

    “As águas de um território são mais do que recurso: são memória, identidade e ligação com a vida.”

    Reconhecer o valor dos rios e das nascentes é essencial para fortalecer o pertencimento, promover a justiça ambiental e preservar as riquezas naturais que sustentam as comunidades e o equilíbrio do planeta.

    Uma travessia em construção: até onde o rio encontra o mar

    “Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz” é uma realização do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB), em parceria com a ABAM – Associação dos Bananicultores de Miracatu, a PreserValle – Soluções Ambientais Inteligentes, e com o apoio de diversas instituições, pessoas e comunidades do Vale do Ribeira.

    Mais do que um documentário, é uma ferramenta de apoio à gestão de recursos hídricos, à educação ambiental, territorial e climática, e à valorização da história e da vida que brota ao redor do rio.

    E a jornada continua. A equipe segue agora rumo à Barra do Ribeira, no município de Iguape, onde o rio encontra o mar e se funde ao Lagamar, uma das regiões costeiras mais ricas em biodiversidade do planeta. É lá que o Ribeira se transforma mais uma vez — e onde esta travessia audiovisual será completada, conectando os extremos de um rio que é, ao mesmo tempo, origem, caminho e destino.

  • Começam as Gravações do Documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    Começam as Gravações do Documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz

    As primeiras imagens do documentário Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz já estão sendo captadas, marcando o início de uma produção audiovisual inédita e profundamente comprometida com a valorização da Bacia Hidrográfica do rio Ribeira de Iguape. Com apoio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape (CBH-RB), Governo do Estado de São Paulo, FEHIDRO, SP Águas e coordenação da ABAM, o projeto conta com a PreserValle na execução de sua metodologia territorial, que destaca o protagonismo das comunidades tradicionais da região.

    A primeira etapa de gravações ocorreu entre os dias 20 e 24 de março de 2025, com foco em Iporanga e Eldorado, registrando trechos do Alto e Médio Ribeira. Um dos destaques dessa fase foi a comunidade quilombola de Praia Grande, localizada às margens do rio, com acesso predominantemente fluvial. A comunidade é um símbolo de resistência, ancestralidade e organização coletiva – aspectos fundamentais na construção da narrativa do documentário.

    Saberes, memórias e paisagens vivas

    Foram realizadas entrevistas com personagens locais que representam a diversidade cultural, espiritual e histórica do território. Entre os entrevistados, a anciã Dona Iracema emocionou a equipe ao compartilhar histórias sobre o vínculo entre sua comunidade e o rio, reforçando a centralidade da natureza como guardiã da vida e da identidade quilombola.

    O Padre Gilberto, morador de Eldorado, também contribuiu com sua visão sobre a convivência entre fé, cultura e proteção ambiental. Já o professor, pesquisador e historiador João Armando trouxe um olhar crítico e analítico sobre os ciclos econômicos do Alto Ribeira, como a mineração, e seus impactos na configuração atual da região. Sua fala ajuda a contextualizar as transformações históricas e os desafios contemporâneos vividos no território.

    Além das entrevistas, a equipe registrou paisagens de rara beleza: florestas preservadas, margens arborizadas, trechos sinuosos do rio, além do cotidiano de comunidades que praticam agricultura familiar, pesca artesanal e manejos tradicionais. Esses registros vão compor a base poética e informativa do documentário, que pretende conectar a bacia do Ribeira à noção de patrimônio coletivo ambiental e cultural.

    Das nascentes aos povos do vale

    Nas próximas etapas, o documentário irá até a nascente do rio Ribeira, localizada na região de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. A partir desse ponto, será registrada toda a trajetória das águas até a sua foz, em Iguape/SP. A travessia audiovisual reafirma a riqueza e diversidade do Ribeira, tanto em termos naturais quanto culturais.

    O projeto também destaca a importância de políticas públicas específicas para o Vale do Ribeira, que valorizem seus recursos naturais, sua biodiversidade e os povos tradicionais que habitam e preservam este território. Reconhecer a singularidade do Ribeira é essencial para garantir seu futuro e fortalecer ações sustentáveis voltadas ao desenvolvimento regional com justiça social.

    Rio Ribeira: eixo da resiliência climática e hídrica

    A narrativa do documentário evidencia o papel estratégico do rio Ribeira de Iguape na segurança hídrica e na adaptação às mudanças climáticas. Com seu fluxo natural e ausência de grandes barragens, o Ribeira contribui para a recarga de aquíferos, a regulação térmica e o equilíbrio dos ciclos da água em uma das regiões com maior biodiversidade da Mata Atlântica.

    Vozes dos povos tradicionais

    O projeto reafirma a centralidade dos povos quilombolas, indígenas e caiçaras como guardiões da biodiversidade e da cultura no Vale do Ribeira. Suas vozes são fundamentais para o reconhecimento e fortalecimento do pertencimento territorial, da educação ambiental e da memória coletiva. A produção caminha em consonância com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente os ODS 6, 13, 15 e 16 da Agenda 2030.

    Próximos passos

    Após o sucesso da etapa inicial, novas gravações serão realizadas em comunidades ribeirinhas, indígenas e caiçaras do Médio e Baixo Ribeira, além das filmagens na nascente, nos Campos Gerais, e na foz do rio, no município de Iguape/SP. A jornada completa oferecerá uma visão profunda, sensível e engajada sobre a importância do Ribeira como símbolo de resistência, vida e esperança.

    Acompanhe as próximas etapas dessa travessia pelas águas, histórias e lutas do Ribeira